Qual a importância do backup para as empresas

Você sabia que hoje, 31 de Março, é o Dia Mundial do Backup? Ter cópias seguras dos arquivos de sua empresa é extremamente importante. Por isso, fazer backup periodicamente pode ser a salvação do negócio. Se ninguém gosta de perder os dados pessoais armazenados no computador, então imagina só se sua empresa perdesse informações preciosas para o dia a dia? É melhor nem pensar, não é verdade?! Por isso, aproveitando esta data, vamos entender o motivo pelo qual precisamos dar mais importância ao backup. Basicamente, processos de backup podem existir manualmente ou automaticamente. Backup manual, é quando copiamos manualmente arquivos para, por exemplo, um HD externo. Esse tipo de backup é muito utilizado por quem não quer perder seus arquivos, mas não tem tantos arquivos assim para copíar. Para empresas — sejam elas pequenas, médias ou grandes —, existem as opções de backup automático. O backup automático geralmente requer algum investimento, mas livra seu negócio de ir “por água abaixo”. Eles são mais seguros e confiáveis pelo simples fato de deixarem cópias arquivadas em ambiente externo — que inclusive é livre de processos manuais. Caso você ainda não esteja convencido a correr agora mesmo e está a procura de alguma forma de iniciar um backup de seu tesouro empresarial, listamos algumas justificativas para que você comece ainda hoje com essa empreitada! Tenha segurança de suas informações Não espere o pior acontecer. A mensagem é clara: backup é igual a segurança. Ter uma cópia segura de seus arquivos está diretamente relacionado à segurança da informação — e esse deve ser um dos lemas fundamentais do seu negócio. Principalmente no que se refere a dados financeiros de clientes, ou mesmo a informações sobre projetos ou a tomadas de decisão especiais. Imagina só que dificuldade seria perder essas estratégias depois de dias — ou até meses! — de planejamento? Ou então perder uma base de clientes completa, com todos seus cadastros! Como fazer uma boa gestão de clientes após isso? Difícil, viu. E se forem dados de cartões, ou valores? Nossas máquinas nunca estarão completamente imunes a vírus, a defeitos ou a acidentes, e, por isso, vale a pena investir em um bom backup. Diga adeus às falhas humanas Como disse, os processos de backup para empresas geralmente são automatizados. Isso acaba com possíveis falhas humanas, podendo naturalmente ocorrer em situações comuns durante um dia de trabalho. Por isso, se os arquivos são essenciais para saúde do fluxo de trabalho, procure começar a entender como automatizar uma atividade como essa — e, assim, reduzir as dores de cabeça. Dessa forma, você garantirá a integridade das informações geradas pela sua organização. Nunca mais corra o risco de perder os arquivos Caso você de fato tenha complicações como a de perder todos os arquivos da empresa — inclusive aqueles mais importantes —, só o backup poderá resolver seu problema! Com um bom backup, você terá salvos todos os arquivos, de modo que será possível recuperar os dados. Caso os dados sejam armazenados na nuvem, você pode obtê-los muito rapidamente e ter sua tranquilidade de volta. Por falar em Nuvem, como hoje em dia, praticamente tudo o que estava disponível por software é possível ser contratado pela internet, existe a opção do backup em nuvem. O procedimento é o mesmo: o sistema segue uma configuração e faz as cópias programadas em determinado período. O destino é um servidor na nuvem, fora da empresa. O processo segue práticas de segurança, entre elas a de criptografia dos documentos, para evitar vazamentos de informações. Concentre tudo em um só lugar Além da segurança e da fácil recuperação, ter os dados em um só lugar ajuda na organização e na gestão das informações empresariais. Deixar os arquivos espalhados por diversos computadores pode ser um problema na hora que alguém precisar deles. O melhor é centralizar tudo para ter uma estrutura enxuta e pronta para atender às necessidades da empresa da melhor maneira possível. No mundo atual, os dados são a cada dia vez mais importantes! Por isso, cuide sempre para que nada de errado! Créditos: Clico Responde
A chave do sucesso de toda organização está no reconhecimento de seus colaboradores!

A chave do sucesso de toda organização está no reconhecimento de seus colaboradores! Valorizar o colaborador é fundamental para criar um ambiente de respeito e trabalho em equipe. É comprovado que quando os funcionários estão motivados, o nível de comprometimento com as tarefas do dia a dia e o desenvolvimento das competências e habilidades profissionais aumenta. Desta forma, preparamos uma surpresa para as colaboradoras em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que é comemorado em 08 de março. Todas ganharam um “Day Spa”. Uma tarde diferente e agradável na empresa com direito a limpeza de pele com peeling facial, maquiagem especial e dicas de beleza de profissionais de estética. No final da ação, as colaboradoras foram presenteadas com esmaltes e participaram de um café. Ações como essa tem sido um sucesso em nossa empresa e estamos convictos de que os valores não podem estar só em um papel ou mural, mas na cultura e pensamento dos colaboradores. “Valorize as pessoas, são elas que lhe farão chegar onde deseja estar”
A Nova Zelândia quer atrair profissionais de tecnologia

Com mais de 500 vagas de trabalho abertas na área de tecnologia da informação, a agência de desenvolvimento econômico da capital da Nova Zelândia, Wellington, decidiu garimpar o mundo em busca de profissionais. Esse é o principal objetivo da recém-lançada campanha LookSee Wellington, uma iniciativa inédita que pretende atrair 100 profissionais de TI de qualquer país do planeta, inclusive do Brasil. Os profissionais selecionados terão todas as despesas de viagem e acomodação pagas para passarem cinco dias na cidade participando de entrevistas de emprego. Como o próprio nome da campanha (LookSee: procurar e ver, na tradução literal) sugere, a ideia é que as pessoas tenham a chance de conhecer a cidade e suas oportunidades para ajudar na tomada de decisão sobre se mudar para Wellington. “Faltam pessoas de qualidade para trabalhar nessa área. A ideia é atrair os cérebros mais incríveis do mundo para Wellington”, disse Brook Pannell, gerente da Wellington Regional Economic Development Agency (WREDA) a EXAME.com. De acordo com ele, já são 30 empresas inscritas e o foco são o desenvolvedores de software altamente qualificados e que tenham interesse em trabalhar na capital da Nova Zelândia. “Não se trata de um programa para recém-formados, buscamos profissionais mais experientes”, diz Pannel. Wellington é a terra natal de empresas renomadas com forte apelo tecnológico como, por exemplo, a Weta Digital, uma das principais empresas de efeitos visuais do mundo, Datacom, especializada em sistemas de TI, e ainda a Xero, consultoria de contabilidade, além de centenas de startups. Mas, apesar de ser a capital neozelandesa, a cidade que tem 400 mil habitantes, conserva um clima bem mais intimista do que a maior metrópole do país, Auckland, conhecida por ser o centro financeiro e de negócios da Nova Zelândia. Em todo país, há 4 milhões de habitantes. Qualquer empresa de tecnologia baseada em Wellington pode sinalizar o interesse em fazer parte da campanha. “As companhias só terão que arcar com custos se contratarem, de fato, algum profissional”, explica Pannel. E, ainda assim, empregadores vão gastar menos do que gastariam caso recorressem aos serviços de uma consultoria de recrutamento, de acordo com ele. Como participar As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site da campanha. As empresas participantes vão indicar os currículos dos candidatos que mais chamarem sua atenção, com a ajuda da agência de recrutamento, Workhere New Zealand, que também é responsável pela campanha, ao lado da WREDA. Aqueles que receberem o maior número de indicações serão os selecionados para as entrevistas presenciais em Wellington, programadas para o mês de maio, quando também ocorre a semana de tecnologia, a TechWeek’17, o que vai permitir que os participantes saibam ainda mais sobre o mercado de trabalho em TI e suas principais tendências. Carreira é quente em todo país Com média salarial anual de 61 mil dólares neozelandeses em 2016, o que equivale a mais de 134 mil reais, desenvolvimento de software é uma das carreiras com maior demanda de toda Nova Zelândia, segundo informações oficiais do Ministério de Negócios, Inovação e Emprego do país. Para se ter uma ideia o número de vagas para esses profissionais dobrou entre 2006 e 2013, saltando de pouco mais de 2 mil para 4 mil. A projeção de crescimento na quantidade de oportunidades profissionais é de 5,2% por ano até 2020 e de 4,2%, também por ano, até 2025, quando espera-se que haja mais 7 mil postos de trabalho. Além de desenvolvimento de software, há uma série de outras ocupações com grande necessidade de profissionais na área, segundo o ministério. Especialistas multimídia, desenvolvedores web, analistas de programação, engenheiros de software e engenheiros de sistemas de informação também têm boas chances de empregabilidade no país. Via: Exame
IT Universe escrevendo uma nova história com a Infoglobo

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A Infoglobo começou a escrever sua história em 1925 e é uma empresa pertencente ao Grupo Globo, o maior conglomerado de mídia do Brasil e considerado o 17° maior do mundo. Através de seus produtos (os jornais O Globo, Extra e Expresso, os sites Globo e Extra e a Agência O Globo), a empresa oferece aos seus leitores a informação completa, preocupando-se em adequar a linguagem ao público a que se destina. Além de noticiar o que acontece de mais importante no Brasil e no mundo, os produtos da Infoglobo também são uma ferramenta de acesso ao entretenimento e cultura. Por conta de seu grande sucesso, a Infoglobo vem se preparando para a consolidação no universo digital, reafirmando os seus produtos como veículos multiplataformas. Através dos dispositivos digitais, a empresa oferece aos seus leitores conteúdo relevante com mobilidade e interatividade. Neste link você pode conferir a matéria exibida pelo Jornal Nacional, no dia 01/02/17, sobre a inauguração da nova sede da Infoglobo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”4133″ img_size=”large”][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]A IT Universe apoiou a Infoglobo na reestruturação de seu Data Center principal, com produtos da mais alta qualidade, os sistemas de rede Panduit oferecem o que existe de mais tecnológico em termos de infraestrutura de cabeamento metálico e ótico. O Cabeamento Estruturado é um item vital na infraestrutura de comunicação de qualquer empresa, proporcionando aos usuários a utilização de computadores, câmeras de vídeo, alto falantes, sensores de temperatura, presença, etc. de maneira simples e organizada. Além de padronizar o cabeamento de forma a atender aos diversos padrões internacionais de telecomunicações, o Cabling minimiza custos e maximiza a possibilidade de um crescimento adequado.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Já o Data Center é um ambiente projetado para abrigar servidores e outros componentes como sistemas de armazenamento de dados (storages) e ativos de rede (switches e roteadores). O objetivo principal de um Data Center é garantir a disponibilidade de equipamentos que rodam sistemas cruciais para o negócio de uma organização, tais como o ERP ou CRM, garantindo assim a continuidade do negócio. Em parceria com os maiores fabricantes de tecnologia, a IT Universe pode projetar, planejar e executar obras de construção e adequação de Data Centers para atender todos os requisitos necessários para aumentar a segurança da informação e o nível (Tier) de disponibilidade de vários centros de processamento.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Robô identifica gastos suspeitos de políticos

Um grupo de oito pessoas idealizou um projeto capaz de automatizar a fiscalização de cotas parlamentares através de um robô provido de inteligência artificial. Rosie, apelido carinhoso que faz referência ao robô dos Jetsons, é capaz de montar um banco de dados de irregularidades e, a partir dele, identificar se elas existem ou não nos pedidos de reembolso de deputados federais. Os dados, disponíveis no site da câmara dos deputados, são analisados por Rosie e depois classificados como suspeitos ou não. Depois, um grupo de pessoas faz a análise manual de cada um deles. Quando comprovada a suspeita, a denúncia é enviada à câmara dos deputados e uma auditoria é aberta. Até agora, o software conseguiu detectar mais de 3 mil reembolsos suspeitos, dos quais 849 foram auditadas por humanos. Inclusive, algumas restituições já foram feitas, como a do deputado Celso Maldaner (PMDB-SC), que devolveu 700 reais, referentes a refeições. O projeto leva o nome de Operação Serenata de Amor, em referência a um famoso caso sueco, conhecido como Toblerone, quando uma ministra utilizou o cartão corporativo para fazer compras pessoais, entre eles, uma unidade do chocolate. “A gente faz uma espécie de pente fino em problemas feitos por humanos”, diz Eduardo Cuducos, um dos idealizadores do projeto. Eles acreditam que, dessa forma, além de criar uma ferramenta eficiente para detectar anomalias, será possível repensar o modo como lidamos com os órgãos públicos. “Temos o direito de decidir para onde vai essa verba que vem do nosso dinheiro, afinal”, explica ele. Um dos líderes do projeto, Irio Musskopf, conta que o modo como eles treinaram Rosie é muito parecido com o processo de treinamento de um auditor humano: primeiro ensinar as leis e os casos em que existe irregularidade para depois passar à análise de dados. “O treinamento aconteceu dando algumas dicas. Por exemplo, mostrando que há muitas irregularidades em refeições. Uma refeição de 220 reais que ocorre num restaurante de luxo não foge ao padrão. Mas em um lugar de beira de estrada, é suspeito” conta Musskopf. Dessa forma, Rosie vai montando um banco de dados capaz de ser utilizado como fonte de referência em análises futuras. As informações vão desde preços não condizentes ao local indicado na nota fiscal, atividades que fogem ao padrão de determinado deputado a distâncias anormais entre cidades. Justamente por causa dessa dependência de um banco de dados apropriado, uma das grandes dificuldades do projeto, no momento, é saber quais estão disponíveis e quais deles são úteis ou não ao aprendizado de Rosie. Musskopf explica como seria útil ter, por exemplo, uma base com todas notas fiscais irregulares. Dessa forma, o software conseguiria ter um aprendizado muito mais rápido, em vez de ter ele mesmo que construir sua fonte de referência na base do erro e acerto. Para analisar os dados, é baixada a tabela de reembolso disponível no site da câmara. Depois que essa tabela é processada e compactada, ela vai para o software, onde ocorre a análise. Para fazer isso, o robô utilizará os classificadores aprendidos. Classificador é como é chamado o modelo de inteligência artificial utilizado. Indo linha por linha, Rosie irá verificar se o gasto pode ser irregular ou não. Dessa forma é gerada uma outra tabela com os resultados, que é publicada online em um site público. Lá, os auditores do projeto verificam uma por uma as suspeitas e abrem as denúncias quando necessário. “Preferimos fazer isso manualmente porque assim podemos conversar com o auditor para entender porque ele não deu seguimento à denúncia”, explica o programador. Dessa forma, é possível refinar melhor o banco de dados de Rosie. Na mesma página, é possível para qualquer usuário verificar quais informações o software utilizou para acusar o deputado. Por mais que o programa relacione dados em uma velocidade muito maior que um humano, as informações são disponibilizadas para tornar claro o processo utilizado por Rosie. O grupo está agora abrindo um crowdfunding para financiar o projeto. Segundo eles, é possível estender o projeto não só para a câmara dos deputados, mas também o senado, prefeituras ou qualquer outro lugar onde exista o gasto de dinheiro por parte de pessoas físicas. “Estamos tornando a Rosie com código mais genérico, para extrapolar as suspeitas não só na câmara, mas também em outros lugares” conclui ele. Via: Revista Galileu Foto: Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
Cinco erros comuns na gestão de TI

Qualquer gestor precisa estar antenado com as tendências do mercado e as principais práticas para lidar com os negócios de uma empresa. No cenário de TI, isso não é diferente. Marco Américo, vice-presidente de Operações da América Latina da empresa DocYouSign, que atua com assinatura eletrônica de documentos, aponta os cinco erros mais comuns dos gestores: Falta de planejamento Não contar com um plano de negócios organizado pode fazer com que a empresa gaste muito dinheiro à toa e não planeje uma estratégia eficiente para a adaptação às novas tecnologias. “É importante pesquisar e quem trabalha na mesma área de atuação, deve testar ferramentas antes de comprá-las e colocá-las em prática”, explica Américo. Dados vulneráveis “É preciso ter uma política clara para uso da internet, fazer back-up dos dados existentes e ter um plano de contingência para não perder informações relevantes”, orienta o especialista. Não investir em infraestrutura Poupar gastos é sempre importante, exceto quanto o assunto é infraestrutura. Ao invés de investir tempo e dinheiro em deslocamentos para entrar em contato com parceiros, é melhor considerar a adoção de tecnologias seguras voltadas para negócios à distância. Ignorar negócios à distância Isso não significa apenas entrar em contato com parceiros comerciais, mas também usar recursos de assinatura eletrônica para fechar contratos, serviços de cloud e outras ferramentas que economizam dinheiro e minimizam tempo e trabalho. Querer economizar em tudo “Existem serviços bons e que não exigem alto investimento”, alerta Américo. Com isso em mente, vale a pena procurar por serviços que apresentem bons resultados. É melhor analisar as opções e escolher ferramentas que atendam às necessidades da organização e que gerem retorno. Via: Olhar Digital
Líderes do mercado acreditam que robôs vão criar empregos, e não cortá-los

Durante o Fórum Econômico Mundial, realizado na Suíça, Ginni Rometty presidente global da IBM discursou a respeito de inteligência artificial. De acordo com ela, a evolução da tecnologia de automação e o avanço dos sistemas de inteligência artificial não vão eliminar empregos, mas sim criá-los. A executiva fez tais comentários durante um painel no evento que discute o papel da inteligência artificial em vários espaços da sociedade moderna, além das perspectivas para o futuro. De acordo com Ginni, é provável que essa tecnologia elimine alguns empregos apenas no curto prazo. Segundo o Business Insider, a presidente da IBM acredita que “é o relacionamento entre soluções de inteligência artificial, como o Watson, e trabalhadores humanos, o que vai criar empregos em longo prazo”. “Quanto mais empregos e tarefas são automatizadas, especialmente nos setores industrial e produtor, a inteligência artificial vai se tornar mais crucial […], aumentando a procura por programadores e desenvolvedores”, teria sugerido Ginni, de acordo com o Business Insider. A executiva da IBM, porém, não é a única líder no setor que acredita nisso. Em junho do ano passado, Satya Nadella, presidente da Microsoft, publicou um artigo argumentando algo parecido. Segundo ele, “no fim das contas, humanos e máquinas vão trabalhar juntos, e não um contra o outro”. “Conforme nós construímos mais máquinas autônomas, nós precisamos respeitar a autonomia humana. Robôs colaborativos devem fazer o trabalho perigoso, como mineração, criando assim uma rede de segurança para proteger os trabalhadores humanos”, declarou ainda Nadella. Segundo ele, o grande dilema dos próximos anos é sobre como impor a essas máquinas os valores morais adequados para que humanos e robôs possam trabalhar juntos em harmonia. Via: Olhar Digital
Câmera Wide Eye da D-Link promete alcance visual de 180º e alta definição

A D-Link lançou no Brasil sua nova câmera Wide Eye (DCS-960L), nesta segunda-feira (16). Uma das vantagens do produto está em sua lente com ângulo de 180° que permite monitorar espaços de forma mais ampla, ideal para manter a segurança de casa. Outro destaque está na tecnologia de visão noturna, interessante em ambientes mais escuros. Para ajudar na portabilidade, a câmera vem com conectividade sem fio via Wi-Fi (11AC) com banda de 5 GHz, que promete melhor qualidade na transmissão das gravações em HD (720p). O preço no mercado nacional é de R$ 999 e já está disponível no varejo. Para vigiar diferentes ambientes de casa de forma simples, a câmera D-Link oferece tecnologia de detecção de movimento e emite alertas para o usuário caso algo seja identificado. A lente do tipo “olho de peixe” capta um ângulo maior se comparado com a média de 130° das câmeras fixas concorrentes. O dono da casa pode acompanhar as imagens em tempo real, sem precisar de fios, pelo aplicativo instalado no celular, chamado mydlink. O recurso é compatível com sistemas Android, iOS e Windows Phone. Por outro lado, para fazer as gravações locais enquanto está longe, o usuário pode adicionar um cartão de memória MicroSD/SDXC para salvar os vídeos de segurança. A detecção de movimento em locais sem luz tem alcance de até 5 metros. Além disso, a imagem em HD é otimizada com redução de distorção, oferecendo gravações mais nítidas. Para finalizar, o usuário pode personalizar as configurações da câmera, agendando um horário para iniciar a gravação automática, filmagem contínua ou com movimentos. Além disso há modos de gravação e gerenciamento pelo aplicativo. Com essas especificações, a câmera compacta pode ser usada em ambientes internos ou externos (cobertos), para verificar quem entra e sai durante o dia. Via: TechTudo
Internet rápida: os possíveis avanços para 2017

A conexão em banda larga da internet parece ter estacionado devido a limitações de tecnologia viável no momento. Só que 2016 começou a mostrar que o futuro é mais veloz do que esperávamos, com algumas novidades que prometem deixar a conexão mais rápida. Desde novos usos para cabos já instalados, até mesmo a testes com velocidades que ultrapassam 1 TB/s, é hora de conhecer melhor essas tecnologias que podem começar a funcionar em 2017. É válido comentar que essas tecnologias ainda estão em fase de testes, o que vale é pensar no que exatamente os cientistas têm em mente e como isso pode alterar a maneira como acessamos a internet no futuro. Internet de mais de 1 TB/s de velocidade No início de 2016, cientistas da University College London publicaram um estudo em que revelavam ter desenvolvido um novo equipamento de fibra ótica que permitia o envio e recebimento de dados em uma velocidade de até 1,125 terabits por segundo. Essa descoberta foi possível usando cabos de fibra ótica, enviando quinze pulsos de luz em diferentes frequências. Com uma combinação desses pulsos, cientistas conseguiram enviar informações em uma velocidade muito maior do que a normal, desde que a ponta que recebe os dados conte com um aparelho especial para processá-los corretamente. Apesar de parecer algo distante de ser alcançado, a técnica já é utilizada para dividir sinais de transmissão de dados sem fio, mas que nunca havia sido testada para conexões fixas de internet. Para se ter uma noção, cabos de fibra ótica de mais alta qualidade utilizados por empresas de internet alcançam velocidades de até 100 GB/s. Apesar de a velocidade ter sido alcançada em testes fechados em laboratórios, os cientistas da UCL acreditam que a aplicação da tecnologia pelo mundo pode aumentar a capacidade da velocidade da internet oferecida em até 10 vezes. Os testes continuam, com experiências pela Inglaterra e a malha de cabos de fibra ótica espalhados pelo país, verificando as velocidades que podem ser alcançadas com tecnologia, algo que pode começar a mostrar resultados reais em 2017. Facebook usando lasers para aumentar velocidade de conexão sem fio O Facebook conta com um grupo de pesquisadores na sua divisão Connectivity Lab, focados em criar meios de expandir sinais de internet para áreas ainda desprovidas de conexões cabeadas ou sem fio. Em 2016, os cientistas dessa divisão desenvolveram um novo aparelho que pode introduzir raios laser para comunicações wireless. Normalmente, lasers são utilizados em redes de cabos de fibra ótica, com feixes de luz viajando em grandes velocidades, enquanto conexões wireless utilizam ondas de rádio. Caso utilizasse esses lasers para conexões sem fio, seria possível enviar dados em uma velocidade superior a atual. Pensando nisso, foi desenvolvida uma tecnologia que permite a captura e transmissão de dados que consegue capturar melhor feixes de luz, que anteriormente tinham dificuldades de serem captados após alguma distância. Isso possibilitou a transmissão de dados em uma taxa de 2 Gbps, permitindo planejar a chegada de internet a locais mais afastados, como zonas rurais. Com o desenvolvimento da tecnologia, será possível cidades mais afastadas das capitais possam usufruir de conexões com velocidades superiores. Velocidades de fibra ótica em cabos comuns de telefone É de conhecimento geral que graças a tecnologia disponível hoje em dia, conexões de fibra ótica são superiores em estabilidade e velocidade do que cabeamento comum de telefone. Isso pode mudar em breve, graças a tecnologia G.Fast, um padrão de DSL que chega a velocidades de até 500 MB/s, que foi aprimorada e poderá entregar velocidades maiores, sem a necessidade de cabos de fibra ótica. Anunciada pela Sckipio, a versão melhorada da conexão G.Fast pode ser ativada e entregar velocidades de até 750 MB/s através do cabo do telefone, mas esse número pode ser duplicado em 2017, entregando uma conexão de 1.5 GB/s. O único porém é que a taxa de upload dessas conexões, ao contrário de fibra ótica, que consegue igualar upload e download, é consideravelmente menor. Testes dessa nova tecnologia já estão sendo realizados nos Estados Unidos, com a esperança de se popularizar em 2017. A grande vantagem da tecnologia G.Fast é o seu custo, já que seria muito mais barato aplicar essa tecnologia em grandes cidades, em vez de realizar novas instalações de fibra ótica, assim como sua baixa taxa de perda de conexão entre gabinete e modem. Em conexões comuns de DSL, é possível perder até 90% de velocidade até a Internet chegar ao seu modem, enquanto com G.Fast, essa taxa cai para até 10%. Novo padrão entregando Internet a cabo com 10 GB/s Outra versão de conexões por cabo também vem sendo testada e deve apresentar uma evolução que pode afetar diretamente a maneira como acessamos internet por cabo por aqui nos próximos anos. Docsis, sigla para Data Over Cable Service Interface Specification, é um padrão de comunicação via cabo presente no mercado desde 1997, e que é oferecido no Brasil. Aqui, a tecnologia usada já é a Docsis 3.0, proporcionando velocidades de até 152 MB/s de download e 10 MB/s de upload. A novidade é que a empresa CableLabs, responsável por esse padrão de conexão, revelou que testes feitos em laboratório com a sua nova versão, Full Duplex Docsis 3.1, permitirá velocidades de até 10 GB/s, tanto de download quanto de upload. Os testes começaram em 2016, com a esperança de serem aplicados até a segunda metade de 2017 em alguns países da Europa, como Inglaterra. Enquanto isso, a opção de muitas empresas ainda é a da aplicação da tecnologia G.Fast e, aos poucos, migrar para o Docsis 3.1. Para o Brasil, tendo em mente o quão nova é a tecnologia, é possível começar a pensar na aplicação dela em 2018 ou 2019. Via: TechTudo