Câmera Wide Eye da D-Link promete alcance visual de 180º e alta definição

A D-Link lançou no Brasil sua nova câmera Wide Eye (DCS-960L), nesta segunda-feira (16). Uma das vantagens do produto está em sua lente com ângulo de 180° que permite monitorar espaços de forma mais ampla, ideal para manter a segurança de casa. Outro destaque está na tecnologia de visão noturna, interessante em ambientes mais escuros. Para ajudar na portabilidade, a câmera vem com conectividade sem fio via Wi-Fi (11AC) com banda de 5 GHz, que promete melhor qualidade na transmissão das gravações em HD (720p). O preço no mercado nacional é de R$ 999 e já está disponível no varejo. Para vigiar diferentes ambientes de casa de forma simples, a câmera D-Link oferece tecnologia de detecção de movimento e emite alertas para o usuário caso algo seja identificado. A lente do tipo “olho de peixe” capta um ângulo maior se comparado com a média de 130° das câmeras fixas concorrentes. O dono da casa pode acompanhar as imagens em tempo real, sem precisar de fios, pelo aplicativo instalado no celular, chamado mydlink. O recurso é compatível com sistemas Android, iOS e Windows Phone. Por outro lado, para fazer as gravações locais enquanto está longe, o usuário pode adicionar um cartão de memória MicroSD/SDXC para salvar os vídeos de segurança. A detecção de movimento em locais sem luz tem alcance de até 5 metros. Além disso, a imagem em HD é otimizada com redução de distorção, oferecendo gravações mais nítidas. Para finalizar, o usuário pode personalizar as configurações da câmera, agendando um horário para iniciar a gravação automática, filmagem contínua ou com movimentos. Além disso há modos de gravação e gerenciamento pelo aplicativo. Com essas especificações, a câmera compacta pode ser usada em ambientes internos ou externos (cobertos), para verificar quem entra e sai durante o dia. Via: TechTudo
Internet rápida: os possíveis avanços para 2017

A conexão em banda larga da internet parece ter estacionado devido a limitações de tecnologia viável no momento. Só que 2016 começou a mostrar que o futuro é mais veloz do que esperávamos, com algumas novidades que prometem deixar a conexão mais rápida. Desde novos usos para cabos já instalados, até mesmo a testes com velocidades que ultrapassam 1 TB/s, é hora de conhecer melhor essas tecnologias que podem começar a funcionar em 2017. É válido comentar que essas tecnologias ainda estão em fase de testes, o que vale é pensar no que exatamente os cientistas têm em mente e como isso pode alterar a maneira como acessamos a internet no futuro. Internet de mais de 1 TB/s de velocidade No início de 2016, cientistas da University College London publicaram um estudo em que revelavam ter desenvolvido um novo equipamento de fibra ótica que permitia o envio e recebimento de dados em uma velocidade de até 1,125 terabits por segundo. Essa descoberta foi possível usando cabos de fibra ótica, enviando quinze pulsos de luz em diferentes frequências. Com uma combinação desses pulsos, cientistas conseguiram enviar informações em uma velocidade muito maior do que a normal, desde que a ponta que recebe os dados conte com um aparelho especial para processá-los corretamente. Apesar de parecer algo distante de ser alcançado, a técnica já é utilizada para dividir sinais de transmissão de dados sem fio, mas que nunca havia sido testada para conexões fixas de internet. Para se ter uma noção, cabos de fibra ótica de mais alta qualidade utilizados por empresas de internet alcançam velocidades de até 100 GB/s. Apesar de a velocidade ter sido alcançada em testes fechados em laboratórios, os cientistas da UCL acreditam que a aplicação da tecnologia pelo mundo pode aumentar a capacidade da velocidade da internet oferecida em até 10 vezes. Os testes continuam, com experiências pela Inglaterra e a malha de cabos de fibra ótica espalhados pelo país, verificando as velocidades que podem ser alcançadas com tecnologia, algo que pode começar a mostrar resultados reais em 2017. Facebook usando lasers para aumentar velocidade de conexão sem fio O Facebook conta com um grupo de pesquisadores na sua divisão Connectivity Lab, focados em criar meios de expandir sinais de internet para áreas ainda desprovidas de conexões cabeadas ou sem fio. Em 2016, os cientistas dessa divisão desenvolveram um novo aparelho que pode introduzir raios laser para comunicações wireless. Normalmente, lasers são utilizados em redes de cabos de fibra ótica, com feixes de luz viajando em grandes velocidades, enquanto conexões wireless utilizam ondas de rádio. Caso utilizasse esses lasers para conexões sem fio, seria possível enviar dados em uma velocidade superior a atual. Pensando nisso, foi desenvolvida uma tecnologia que permite a captura e transmissão de dados que consegue capturar melhor feixes de luz, que anteriormente tinham dificuldades de serem captados após alguma distância. Isso possibilitou a transmissão de dados em uma taxa de 2 Gbps, permitindo planejar a chegada de internet a locais mais afastados, como zonas rurais. Com o desenvolvimento da tecnologia, será possível cidades mais afastadas das capitais possam usufruir de conexões com velocidades superiores. Velocidades de fibra ótica em cabos comuns de telefone É de conhecimento geral que graças a tecnologia disponível hoje em dia, conexões de fibra ótica são superiores em estabilidade e velocidade do que cabeamento comum de telefone. Isso pode mudar em breve, graças a tecnologia G.Fast, um padrão de DSL que chega a velocidades de até 500 MB/s, que foi aprimorada e poderá entregar velocidades maiores, sem a necessidade de cabos de fibra ótica. Anunciada pela Sckipio, a versão melhorada da conexão G.Fast pode ser ativada e entregar velocidades de até 750 MB/s através do cabo do telefone, mas esse número pode ser duplicado em 2017, entregando uma conexão de 1.5 GB/s. O único porém é que a taxa de upload dessas conexões, ao contrário de fibra ótica, que consegue igualar upload e download, é consideravelmente menor. Testes dessa nova tecnologia já estão sendo realizados nos Estados Unidos, com a esperança de se popularizar em 2017. A grande vantagem da tecnologia G.Fast é o seu custo, já que seria muito mais barato aplicar essa tecnologia em grandes cidades, em vez de realizar novas instalações de fibra ótica, assim como sua baixa taxa de perda de conexão entre gabinete e modem. Em conexões comuns de DSL, é possível perder até 90% de velocidade até a Internet chegar ao seu modem, enquanto com G.Fast, essa taxa cai para até 10%. Novo padrão entregando Internet a cabo com 10 GB/s Outra versão de conexões por cabo também vem sendo testada e deve apresentar uma evolução que pode afetar diretamente a maneira como acessamos internet por cabo por aqui nos próximos anos. Docsis, sigla para Data Over Cable Service Interface Specification, é um padrão de comunicação via cabo presente no mercado desde 1997, e que é oferecido no Brasil. Aqui, a tecnologia usada já é a Docsis 3.0, proporcionando velocidades de até 152 MB/s de download e 10 MB/s de upload. A novidade é que a empresa CableLabs, responsável por esse padrão de conexão, revelou que testes feitos em laboratório com a sua nova versão, Full Duplex Docsis 3.1, permitirá velocidades de até 10 GB/s, tanto de download quanto de upload. Os testes começaram em 2016, com a esperança de serem aplicados até a segunda metade de 2017 em alguns países da Europa, como Inglaterra. Enquanto isso, a opção de muitas empresas ainda é a da aplicação da tecnologia G.Fast e, aos poucos, migrar para o Docsis 3.1. Para o Brasil, tendo em mente o quão nova é a tecnologia, é possível começar a pensar na aplicação dela em 2018 ou 2019. Via: TechTudo
TI dribla a crise e retoma sua trajetória de crescimento em 2017

Na contramão da recessão econômica e da instabilidade política, o setor de Tecnologia da Informação deve fechar o ano com um crescimento estimado em 3%, segundo dados do estudo produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) em parceria com o IDC. Nem mesmo a redução das equipes nas organizações freou o mercado. Este cenário nada mais é do que reflexo de como se movimenta o setor de TI, inclusive dentro do setor financeiro. Em tempos de crise, os projetos voltam-se à redução de custos. Quando a economia volta a emergir, somam-se os projetos de inovação na lista de prioridades do CIO. Ou seja, a TI está para otimizar os processos e, consequentemente, alavancar os negócios, suportando as atividades de forma competitiva e eficaz, ao mesmo tempo para promover a evolução das organizações no atendimento de clientes e consumidores. Para 2017, a expectativa é que nem só de redução de custos e otimização de serviços viverão as corporações e instituições financeiras. Somados a estes serviços tão requisitados, virão tecnologias emergentes, foco na experiência do cliente e que vão digitalizar e integrar processos e pessoas por meio da Transformação Digital. Lembrando que tornar um processo digital não significa digitalizá-lo apenas, dando sequência a fluxos de trabalho existentes, mas sim de reinventá-lo por completo. O setor de TI deve continuar despontando em 2017. Já adianta Gartner que os gastos globais com TI devem crescer 2,9% em 2017 em relação a 2016. O Brasil, segundo o instituto de pesquisa, seguirá a tendência global no próximo ano e promete atingir o mesmo índice do resto do mundo, alcançando a média de R$ 236, 1 bilhões. É hora de arregaçar as mangas e alavancar a TI no processo de Transformação Digital das empresas assumindo, definitivamente, um papel fundamental na sociedade digital. Via: E-Commerce News
Supercapacitores vão poder substituir as baterias no futuro?

Supercapacitores vão poder substituir as baterias no futuro? Em um mundo onde utilizamos cada vez mais diversos tipos de dispositivos móveis, como smartphones, tablets, notebooks etc., as baterias tornam-se elementos extremamente importantes. São elas que vão manter por mais ou menos tempo nossos aparelhos funcionando por aí e é péssimo quando elas nos deixam na mão. Por isso mesmo, pesquisadores e desenvolvedores da área estão sempre em busca de novas tecnologias para tornar as baterias mais duráveis, mais rapidamente carregáveis e, por que não, mais acessíveis. É aí que entram os capacitores, componentes eletrônicos que armazenam e fornecem carga elétrica, praticamente a mesma coisa que as baterias convencionais fazem, mas com algumas diferenças cruciais. Capacitores de todos os tipos Entendendo a diferença As baterias mais populares utilizadas ultimamente em dispositivos móveis são as feitas de íons de lítio (lithium-ion). Elas substituíram as baterias de hidreto metálico de níquel e as de níquel cádmio por armazenarem do dobro ao triplo de energia que elas e por não sofrerem com o efeito memória, que exigia que carregássemos as pilhas até o total de sua capacidade e as descarregássemos até o fim para que não ficassem “viciadas”. Um capacitor com energia suficiente para alimentar um iPhone teria que ser transportado por uma caminhonete As baterias de íons de lítio possuem alta densidade de energia e, por isso, podem armazenar muita carga em uma unidade pequena e leve, o que as tornam ideais para celulares e tablets, por exemplo. Ao contrário dessas baterias, capacitores carregam e descarregam muito mais rapidamente e armazenam pouca energia proporcional ao seu tamanho. Para se ter uma ideia, um capacitor com energia suficiente para alimentar um iPhone teria que ser transportado por uma caminhonete. Esse é o motivo básico pelo qual usamos baterias em vez de capacitores para dar vida aos nossos dispositivos. Bateria de íons de lítio de um smartphone Entra o supercapacitor O que pode mudar toda essa história é o desenvolvimento de uma nova tecnologia que trabalha em cima da lógica de funcionamento dos capacitores: o supercapacitor. Também conhecidos como ultracapacitores, esses componentes também variam de tamanho e forma, assim como baterias e capacitores, e podem ser classificados em um ponto intermediário entre ambos. Com um supercapacitor teríamos uma bateria que fornece menos energia, mas que pode ser carregada em segundos e vai funcionar como se estivesse nova por anos a fio A grande sacada de um supercapacitor é que ele pode conter cerca de 100 vezes mais energia do que um capacitor comum do mesmo tamanho, apesar de ainda assim estar longe do que uma bateria pode armazenar. As vantagens? Ele pode ser carregado de maneira extremamente veloz, suporta temperaturas altíssimas (fator que afeta o desempenho e a vida útil de baterias comuns) e sua degradação é extremamente lenta. Ou seja: com um supercapacitor teríamos uma bateria que fornece menos energia, mas pode ser carregada em segundos e vai funcionar como se estivesse nova por anos a fio. Diversos tipos de supercapacitores Olho no futuro Apesar das boas notícias e do panorama animador nesse campo, atualmente ainda não existem supercapacitores capazes de alimentar adequadamente os dispositivos móveis que usamos, mas a tendência é de que isso aconteça em médio prazo com o avanço dessa tecnologia. Assim, não espere ver um iPhone 8 ou um Samsung Galaxy S8 no ano que vem funcionando com supercapacitores. Os esforços de diversas instituições que desenvolvem esse tipo de tecnologia têm como foco descobrir como aumentar a capacidade de armazenamento de energia desses componentes Segundo os pesquisadores da área, deve demorar ainda pouco mais de uma década para vermos dispositivos comercialmente viáveis usando supercapacitores como fonte de energia. Os esforços de diversas instituições que desenvolvem esse tipo de tecnologia têm como foco descobrir como aumentar a capacidade de armazenamento de energia desses componentes para que, assim, eles possam alimentar devidamente dispositivos que exigem cada vez mais energia. Supercapacitor flexível desenvolvido pela Universidade da Flórida Central Novidades e desafios na área Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Flórida Central tem apresentado progressos animadores nesse campo. O uso de nanomateriais para armazenar e conduzir carga permitiu a criação de supercapacitores mais poderosos do que os que já existem. Além disso, eles são flexíveis e podem suportar até 30 mil recargas. Segundo afirmou um dos responsáveis pelo projeto, o pós-doutor Nitin Choudhary, “se fossem substituir as baterias por esses supercapacitores, você poderia carregar o seu celular em alguns segundos e não seria necessário recarregá-lo por mais de uma semana”. Nos aproximamos cada vez mais da realidade em que a carga de baterias não vai mais ser um motivo de preocupação para ninguém É claro que ainda existem alguns desafios a serem enfrentados pelos pesquisadores, como segurança, o fornecimento de energia altíssimo necessário para carregar os supercapacitores em ultravelocidade e, claro, o custo para o desenvolvimento e a produção. Conforme esses obstáculos forem sendo ultrapassados com a melhoria da tecnologia envolvida, nos aproximamos cada vez mais da realidade em que a carga de baterias não vai mais ser um motivo de preocupação para ninguém. FONTE(S) PHONE ARENA
Conecta na nova parceria IT Universe

Depois de um longo processo de avaliação e certificação, a IT Universe entra para o seleto grupo de parceiros autorizados Furukawa no Brasil, habilitados em soluções de cabeamento estruturado e redes externas ópticas e metálicas. O Grupo Furukawa atua nos principais mercados mundiais com tecnologias de última geração para soluções em fibras ópticas, networking e cabling, presente em áreas como telecomunicações, eletrônica, sistemas automotivos, energia, metais e serviços. O grupo é um dos maiores fabricantes mundiais de fibras ópticas, inclusive detendo patentes de fibras utilizadas em redes de alta velocidade. A Furukawa Industrial faz parte deste grupo destacando-se no segmento de telecomunicações. A Furukawa acredita em um ambiente de aprendizagem contínua e de inovação tecnológica em harmonia e integração com clientes, colaboradores, acionistas, fornecedores e comunidade. A IT Universe compartilha da visão Furukawa e acredita que a busca por novas tecnologias é um esforço diário. Acompanhar a evolução do mercado é a chave para atender com excelência. Conte com as soluções da parceria IT Universe e Furukawa para cabeamento estruturado metálico e óptico.
Essa colher robótica pode mudar a vida de pessoas com deficiência

Comer com as próprias mãos parece uma tarefa tão simples que dificilmente pensamos a respeito dela. Porém, para algumas pessoas, levar uma colher até a boca pode se tornar um verdadeiro suplício, devido a problemas de mobilidade. Uma nova linha de talheres promete auxilar estas pessoas a ganhar mais confiança e independência para se alimentar sozinhas. A proposta é da empresa Liftware, que criou dois utensílios visando pessoas com diferentes tipos de problemas de mobilidade. O primeiro deles é voltado para aqueles que sofrem com tremores constantes, como pacientes que possuem Doença de Parkinson, por exemplo. Com o nome de Liftware Steady, o talher é equipado com uma tecnologia capaz de detectar o tremor e estabilizar o movimento do utensílio fazendo com ele trema 70% menos do que a mão do usuário. O dispositivo de estabilização contém sensores que detectam os movimentos não intencionais e movem o talher na direção oposta automaticamente, diminuindo o impacto do tremor – e evitando que a comida seja derrubada. Olha só a colher em uso: O outro dispositivo foi pensado para aquelas pessoas que possuem dificuldade de mobilidade. Apelidado de Liftware Level, o talher é equipado com sensores que nivelam a altura do utensílio automaticamente para facilitar seu manuseio. Dessa forma, ele pode se curvar sozinho para que uma pessoa se alimente mais facilmente. Foto: Giphy / Foto destaque: Reprodução Youtube Os utensílios são movidos a bateria recarregável, com autonomia de cerca de uma hora de uso. Segundo o site da empresa, esse tempo seria suficiente para que uma pessoa realizasse três refeições antes de recarregar o aparelho. Ambos produtos estão à venda pelo valor de US$ 195 cada (cerca de R$ 650), o que pode transformá-los em um luxo para poucos. Esse valor inclui um kit inicial com a base do utensílio e uma colher para ser acoplada a ele, além de um carregador. Também é possível comprar outros acessórios, como um garfo que pode se acoplado à base, substituindo a colher, por US$ 34,95 (cerca de R$ 120). Via: hypeness
Conheça a Universidade sem professores inaugurada no Vale do Silício

Uma universidade gratuita, onde não há professores e nem livros. Essa é a proposta da 42, que acaba de inaugurar um novo campus no Vale do Silício, Califórnia. A estimativa é receber 1 mil estudantes por ano, interessados em desenvolvimento de software e programação de computadores. O método de ensino é colaborativo, os alunos trabalham sempre em grupo e avaliam os trabalhos uns dos outros. O nome ‘42’ é uma referência ao clássico de ficção científica “O Guia de Mochileiro das Galáxias”, (The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy, no original em inglês) do autor inglês Douglas Adams. O primeiro campus da 42 foi criado em Paris, em 2013, por Xavier Niel, um empresário e milionário do setor de tecnologia. Muitos do que se formaram lá trabalham hoje em grandes empresas como IBM, Amazon e Tesla, enquanto outros criaram suas próprias companhias. Facebook e Airbnb como modelos Xavier Niel e seus sócios – vindos de start-ups do setor de tecnologia – querem revolucionar a educação como o Facebook fez com a comunicação na internet e o Airbnb com a hotelaria convencional. Para atingir essa meta, a universidade combina uma forma radical de ensino colaborativo e aprendizagem por projetos. Os dois métodos são bastante populares entre educadores, mas normalmente envolvem a supervisão de professores. Assim, os alunos da 42 podem escolher projetos – como criar um website ou um jogo de computador – que seriam executados se eles estivessem trabalhando em uma empresa como desenvolvedores de software. Para colocar seu projeto de pé, eles usam as fontes gratuitas disponíveis na internet e recebem ajuda dos colegas. Todos trabalham lado a lado, em uma ampla sala, com várias fileiras de computadores. Depois, a avaliação será feita por um outro colega, escolhido aleatoriamente. Como nos jogos de computador, os estudantes vão avançando no curso em níveis ou fases e competem com um mesmo projeto. Eles se formam ao atingir o nível 21 e isso geralmente leva de três a cinco anos. Ao concluir o curso, recebem um certificado, nada de diploma tradicional. Fim do aprendizado passivo Os criadores da 42 afirmam que esse método de aprendizagem é melhor que o sistema tradicional que, segundo eles, incentiva os estudantes a serem receptores passivos de conhecimento. “O retorno que temos recebido dos empregadores é que os jovens que formamos são mais preparados para buscar informações por si mesmos, por exemplo, sem precisar perguntar ao supervisor o que devem fazer,” diz Brittany Bir, chefe de operações da 42 na Califórnia e ex-aluna no campus de Paris. Aprendendo com quem aprende “O aprendizado colaborativo faz os estudantes desenvolverem a confiança necessária para buscar soluções de forma autônoma, com métodos criativos e engenhosos”, explica. Ela afirma ainda que quem passou pela 42 é mais capaz de trabalhar em grupo, discutir e defender ideias – qualidades procuradas no mundo real do mercado de trabalho em tecnologia. “Isso é especialmente importante na área de programação, onde há uma falta de determinadas habilidades humanas,” acrescenta. O aprendizado colaborativo não é novidade e já é adotado em várias escolas e universidades, especialmente em áreas como engenharia. Aliás, historiadores concluíram que, na Grécia antiga, o filósofo Aristóteles tinha na sua escola alunos que eram monitores e ajudavam os colegas. Pesquisas recentes mostram que o aprendizado colaborativo pode fazer o aluno desenvolver um conhecimento mais profundo sobre determinado assunto. Especialista em educação, o professor Phil Race explica que assuntos difíceis são mais fáceis de entender quando explicados por alguém que os aprendeu sozinho, sem nenhuma ajuda. Dan Butin, reitor da escola de educação e política social do Merrimack College de Massachusetts, nos EUA, defende que o aprendizado colaborativo e por projetos seja popularizado em colégios e universidades. O professor Butin diz que esses métodos são “ferramentas de ensino” muito melhores do que palestras, por exemplo, que normalmente não propõem desafios ao raciocínio dos ouvintes. ‘O momento do arrá!’ No entanto, Butin considera que a universidade 42 foi longe demais ao abolir os professores. Pesquisas feitas por ele indicam que a maneira mais eficaz de ensino colaborativo inclui a supervisão de um professor especializado. “A razão decisiva para a existência de um professor é orientar os estudantes no enfrentamento de assuntos complexos, ambíguos e que geralmente escapam à sua capacidade de entendimento”, acredita. “Bons professores são capazes de levar os estudantes ao que chamo de ‘momento do arrá!’” O pesquisador diz que “a função da universidade” é desafiar conhecimentos e opiniões preconcebidas. Uma universidade sem professores, continua Butin, pode permitir que os estudantes simplesmente “reforcem e regurgitem” ideias que já têm sobre o mundo. O modelo da 42 poderia ser uma alternativa aos Massive Open Online Courses, os Moocs (cursos online abertos e massivos, em tradução livre), que permitem que um grande número de pessoas estude online gratuitamente ou pagando pouco. Como os Moocs, a 42 oferece uma educação mais acessível que a universidade tradicional. Mas também oferece os chamados benefícios sociais como acesso a um prédio e interação diária com outras pessoas. A abertura da 42 coincide com a popularização nos EUA de cursinhos rápidos e intensivos que atraem milhares por causa da grande procura por programadores e desenvolvedores de software. Método exige aluno disciplinado Mas será que o modelo sem professores da 42 daria certo em grandes universidades? Britanny Bir admite que os novos métodos não servem para todos os alunos. Durante o mês de seleção, por exemplo, alguns candidatos ficam irritados pelo estresse de trabalhar tão próximos. E não é difícil imaginar uma reação assim se você recebeu nota baixa de alguém que está no computador ao seu lado. “O método é indicado para pessoas muito disciplinadas e confiantes, que não se intimidam com a liberdade de trabalhar no seu próprio ritmo”, diz Britanny. Nicolas Sadirac, diretor da 42 de Paris, destaca que esse modelo funciona particularmente bem para estudantes que sofreram fracassos ou foram deixados de lado pelo sistema tradicional de educação. “Na França, o sistema de educação decepciona muitos jovens
Conheça as melhores câmeras 360º disponíveis no mercado

Muitos criadores brasileiros de conteúdo já estão importando esses gadgets para seus canais, e, para a alegria geral dos entusiastas desta nova tecnologia, alguns modelos já se encontram disponíveis no Brasil. Neste post vamos conhecer todas as câmeras 360° que já estão fazendo a cabeça de fotógrafos, artistas plásticos, esportistas, youtubbers e profissionais do cinema. As imagens 360º permitem que o produtor e o espectador vejam todos os ângulos possíveis de uma fotografia ou vídeo. Usando um smartphone e um óculos VR, o usuário pode experimentar imersão total na cena capturada. E isso pode ser feito inclusive em tempo real – imagens 360º já estão sendo transmitidas ao vivo por diversos canais do mundo. Já imaginou no futuro os jogos de futebol sendo transmitidos em 360º e você vendo tudo o que o seu jogador favorito está vendo? Não é magia, é tecnologia! Samsung Gear 360 Esperada por muitos e trazendo o peso da marca de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a Samsung Gear 360 tem qualidades suficientes para agradar ao público em geral. Utilizando duas lentes, é um dos melhores softwares do mercado. Tem as características de impermeabilidade (IP53) de uma action cam e garante fotos com 25,9 MP. Vem com todos os recursos esperados pelo dispositivo e oferece uma excelente experiência ao usuário com boa qualidade de fotos. No entanto a captura é ideal mesmo para os óculos Gear VR (óculos de realidade virtual da marca). Tem conexão perfeita em plataformas Samsung, onde o smartphone funciona como um controle remoto. Porém, a câmera só funciona com os dispositivos da própria marca e desde que seja do S6 para cima. Apesar de ter um design bem comercial e bonito, este é exatamente um dos pontos de maior crítica, pois o formato do dispositivo não permite carrega-la no bolso. Outra queixa dos usuários é que as linhas de costura de imagens ficam muito aparentes. Com lançamento no Brasil previsto para breve a câmera é vendida no exterior por US$ 349. Ricoh Theta Para quem procura por uma câmera 360° com preço menor do que a Samsung a Ricoh Thetaé uma ótima opção. Sendo uma das principais do mercado no momento, além do design super prático e descomplicado, vem em várias cores e é muito fácil de segurar, facilitando o disparo. A Ricoh tem duas opções, a primeira chamada de m15, com 4 GB de memória interna, faz vídeos em Full HD (1920×1080 pixels) a 15 fps. E a segunda, a Ricoh Theta S com 8 GB, que além da lente F.2.0 usada para ampliar a entrada de luz e 14 MP, grava em Full HD a 30 fps e tem maior suporte de compartilhamento. Veja o vídeo abaixo e entusiasme-se! A Ricoh Theta não tem previsão de lançamento no Brasil, mas já está sendo vendida nos EUA por US$ 249,95 na versão Theta m15 e US$ 349,95 na versão Theta S. LG 360 CAM Um pouco abaixo do preço das anteriores a LG 360 CAM atrai justamente pela simplicidade (nem é muito bonita) com que trabalha com diversos modelos de smartphones, entre eles, oG5, o Galaxy S7, o Nexus 6P e outros, incluindo o iPhone. E na verdade ela dispensa o telefone para a experiência básica que proporciona. Apresentada como parte da família do LG G5, a praticidade desta 360° possibilita que qualquer pessoa inexperiente consiga utiliza-la. Bem servida por três microfones, ela tem duas lentes de13 MP e a resolução de vídeo é de 2560×1280 pixels. Assim como a Samsung, o telefone funciona como um controle remoto e roda com Android 5.0, ou superior e iOS 8 para cima. No Brasil, a LG 360 CAM já pode ser comprada por R$ 1.799, enquanto nos EUA custa US$ 199,99. Nokia OZO Em uma categoria muito superior, entre as melhores câmeras 360° profissionais, a Nokia OZOé praticamente imbatível em qualidade de imagem 360°. Com 8 microfones, 8 sensores a 30 fps capazes de capturar imagens em 2K cada um, e 500 GB para armazenar o conteúdo, é conhecida como a câmera dos profissionais de cinema. A Nokia OZO não tem lançamento previsto para o Brasil e o preço, logicamente, é hollywoodiano, na casa dos nada módicos US$ 60 mil. Nikon KeyMission 360 A Nikon é tradicionalmente uma marca de câmeras de alta qualidade e está sempre presente em imagens impressionantes da natureza e dos esportes. Agora, a marca japonesa apresentou a sua representante com tecnologia de 360°. A Nikon KeyMission foi pensada para ser uma action cam. Super impermeável, resiste à poeira e a 30 metros de profundidade, além de resistir às baixas temperaturas e às quedas de até dois metros de altura sem sofrer danos. A pequena câmera com design quadrado, possui dois sensores e grava em 4K. Lançada durante a CES (Consumer Eletronics Show) 2016, desde então a empresa ainda não divulgou informações sobre o preço e sua chegada ao mercado. Por enquanto, apenas sabemos que a galera dos esportes espera que seja em breve. A cada dia que passa a tecnologia das câmeras 360° estão mais próximas dos consumidores e as novidades estão só começando. Então é aguardar para que em breve nossas selfies, além de nós mesmo, claro, possam incluir todas as pessoas e todo o ambiente ao redor. Perfeito, não é mesmo?! Via
IT Universe é Citrix

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