Preocupados com esta onda de ataques cibernéticos?

Você soube do Ataque cibernético atingiu mais de 100 países na última sexta-feira (12). Não fique vulnerável, confira aqui como se proteger! Um ataque cibernético de grandes proporções atingiu mais de 100 países, incluindo o Brasil, na última sexta-feira dia 12/05. Diversas empresas foram atacadas, dentre elas a Telefônica, hospitais no National Health Service da Inglaterra, seguradora espanhola Mapfre, banco BBVA e KPMG. O ataque, trata-se de uma aparente campanha de ransomware – em que computadores são infectados com um vírus que codifica e “sequestra” os arquivos. Os invasores, então, pedem um “resgate”: ameaçam destruir (ou tornar públicos) os arquivos caso não recebam dinheiro. Durante o ataque, os funcionários da gigante de telecomunicações Telefônica, receberam um alerta para desligarem os computadores e pararem de trabalhar. Mesmo assim, 85% dos PCs foram sequestrados. Os hackers, para devolver os dados, cobraram de US$ 30,00 a US$ 600,00 por computador. No Reino Unido, houve significativo impacto sobre os arquivos digitais do NHS, equivalente ao SUS britânico. Dados de pacientes foram encriptados pelos invasores e se tornaram inacessíveis. Até ambulâncias e clínicas médicas foram afetadas. Nos computadores invadidos, uma tela dizia “ops, seus arquivos foram codificados” e pedia pagamento de US$ 600 em bitcoins (moeda digital) para recuperá-los. Como se proteger? Apesar desse ataque ser, para muitos fabricantes de produtos segurança da informação e seus clientes, um grande problema, os clientes da solução WatchGuard Total Security não tiveram nenhum dano. A tecnologia em camadas “Best of Breed”, reconheceu esse ataque e protegeu os clientes. O IPS (fabricante Trend Micro) bloqueia qualquer tentativa de exploração da vulnerabilidade do Windows que permite o ransomware se instalar. A solução de antivírus (fabricantes Kaspersky e AVG) detectou esse ransomware como Ransom_r.CFY bloqueando sua entrada na rede. A solução de APT (fabricante Lastline) bloqueou esse ransomware e todas as suas variações com 100% de assertividade. E nos casos dos usuários conectados diretamente a internet fora da empresa e, dessa forma, sem passar pelos equipamentos da Watchguard na rede da empresa, o sensor TDR (Threat Detection & Response) instalado nos notebooks dos usuários, detectou essa ameaça classificando com risco 8 e bloqueando sua ação imediatamente. Não se arrisque a encontrar essa imagem na tela dos desktops, notebooks ou servidores da sua empresa. Entre em contato com a IT Universe e conheça a solução Watchguard Total Security que lhe deixará tranquilo contra todas as ameaças conhecidas e, principalmente, contra novos ataques similares a esse. Entre em contato com a IT Universe e peça já seu orçamento através do: https://www.ituniverse.com.br/contato/ comercial@ituniverse.com.br ou ligue +55 11 4575 1774
E agora? Google Chrome pode acabar ficando de fora do Windows 10 S

Quem acompanha as notícias do mundo da tecnologia já está sabendo que a Microsoft anunciou na semana passada o Windows 10 S, uma nova versão do sistema capaz de rodar somente os apps disponíveis na Windows Store. Graças a semelhança com o finado Windows RT nos tempos do Windows 8, o SO já está sendo apelidado por aí como ‘WIndows RT 2.0’.
Na prática, isso significa que não será possível rodar diversos programas no formato antigo ‘Win32’. Um exemplo? O Google Chrome – navegador mais utilizado no mundo atualmente. Vale lembrar que por enquanto não dá nem para trocar de browser padrão ou motor de buscas no sistema, porém no evento de lançamento a Microsoft mencionou que os desenvolvedores poderiam trazer outros browsers para o Windows 10 S.
Sendo assim, pelo menos em tese, nomes como a Mozilla e o próprio Google poderiam levar os seus navegadores no futuro para a loja de apps da Microsoft. Porém, na prática isso pode ser bem mais difícil do que parece.
Obstáculo importante
De acordo com as regras da Windows Store, os navegadores disponíveis na loja precisam usar o mesmo motor de renderização embutido na plataforma de apps universais (UWP), e esse motor é o ‘EdgeHTML’. Na prática, isso significa que o Firefox e o Chrome teriam que trocar suas ferramentas oficiais de renderização para a mesma solução da Microsoft.
O browser do Google, por exemplo, usa o Chromium, ou seja, existe uma chance real dos usuários do Windows 10 S ficarem sem grandes alternativas ao Microsoft Edge. A regra que impede a chegada de apps como o Chrome inclusive foi destaca por um dos engenheiros do time de desenvolvimento do navegador no Twitter.
Segundo a Microsoft, essa política mais rígida serve para ter certeza que os browsers disponíveis da Windows Store “garantam a proteção e a segurança da plataforma Windows”.
Ainda existe a possibilidade do Google levar o Chrome para a loja de apps do Windows 10 S através de uma parceria direta com a Microsoft, porém é pouco provável que isso ocorra, já que estamos falando de um concorrente direto do Chrome OS.
Vale lembrar que, pelo menos por enquanto, são poucos os nomes de apps ‘Win32’ que estão sendo convertidos para os novos padrões da Windows Store. Além de apps como o Evernote e o Slack, o grande nome por enquanto é somente o Spotify. Será que a decisão da gigante de softwares pode atrapalhar a popularização do sistema?
Huawei e Google lançam placa rival do Raspberry Pi

Depois de Asus, Qualcomm e Intel, e outras, é a vez da Huawei demonstrar uma placa de desenvolvimento capaz de competir com o Raspberry Pi. Equipada com hardware de ponta e suporte do Google para uso do Android, a HiKey 960 é muito superior ao Raspberry Pi 3, mas cobra por isso: as configurações poderosas fazem com que a placa custe sete vezes mais do que o concorrente famoso. O suporte pleno ao Android, algo inviável no Raspberry, também é uma vantagem decisiva em favor da novata da Huawei. A HiKey 960 é construída em torno do processador Kirin 960, desenvolvido pela própria Huawei e utilizado no smartphone Mate 9, top de linha da marca sul-coreana. A CPU oferece oito núcleos e atinge 2.4 GHz (para comparação, o Raspberry Pi usa quatro núcleos de uma arquitetura mais simples e que rodam a 1.2 GHz). Além disso, a placa dispõe de 3 GB de RAM DDR4, muito superior ao 1 GB de DDR2 disponível no Pi 3. Mas talvez o grande destaque do conjunto esteja na GPU. O processador da Huawei é equipado com uma Mali G71, capaz de renderizar vídeo a 4K e com acesso à API Vulkan, usada para games. Em relação a vídeo em Ultra HD, a reprodução estará limitada ao Full HD por conta da porta HDMI 1.4 usada na placa (para 4K, é necessário uma interface HDMI 2.0). Além dessa porta, a HiKey tem USB, USB-C, entrada M.2 para SSDs, 32 GB de espaço para dados, leitor de microSD, Wi-Fi e Bluetooth. Para quem desejar usar a placa como controladora e em projetos diversos, há 40 pinos GPIO. Apesar do hardware muito superior ao do Raspberry Pi ser uma grande vantagem, a HiKey 960 fica severamente desfavorecida numa comparação de preços: o preço do Raspberry Pi 3 é de US$ 35 (R$ 110 em conversão direta), enquanto que a HiKey chega ao mercado em maio por US$ 239 (R$ 760). O hardware mais vigoroso da placa da Huawei, aliado ao preço salgado, deve acabar fazendo com que a placa tenha um público diferente do Raspberry. A HiKey 960 poderá ser facilmente usada como desktop com Android, algo difícil de ser reproduzido na placa rival em virtude de limitações de hardware, no que tange a uma experiência de uso completa em termos de desktop, e de software: sem drivers específicos, o uso do Android no Raspberry Pi ainda é recheado de restrições e bugs. Via: TechTudo
Qual a importância do backup para as empresas

Você sabia que hoje, 31 de Março, é o Dia Mundial do Backup? Ter cópias seguras dos arquivos de sua empresa é extremamente importante. Por isso, fazer backup periodicamente pode ser a salvação do negócio. Se ninguém gosta de perder os dados pessoais armazenados no computador, então imagina só se sua empresa perdesse informações preciosas para o dia a dia? É melhor nem pensar, não é verdade?! Por isso, aproveitando esta data, vamos entender o motivo pelo qual precisamos dar mais importância ao backup. Basicamente, processos de backup podem existir manualmente ou automaticamente. Backup manual, é quando copiamos manualmente arquivos para, por exemplo, um HD externo. Esse tipo de backup é muito utilizado por quem não quer perder seus arquivos, mas não tem tantos arquivos assim para copíar. Para empresas — sejam elas pequenas, médias ou grandes —, existem as opções de backup automático. O backup automático geralmente requer algum investimento, mas livra seu negócio de ir “por água abaixo”. Eles são mais seguros e confiáveis pelo simples fato de deixarem cópias arquivadas em ambiente externo — que inclusive é livre de processos manuais. Caso você ainda não esteja convencido a correr agora mesmo e está a procura de alguma forma de iniciar um backup de seu tesouro empresarial, listamos algumas justificativas para que você comece ainda hoje com essa empreitada! Tenha segurança de suas informações Não espere o pior acontecer. A mensagem é clara: backup é igual a segurança. Ter uma cópia segura de seus arquivos está diretamente relacionado à segurança da informação — e esse deve ser um dos lemas fundamentais do seu negócio. Principalmente no que se refere a dados financeiros de clientes, ou mesmo a informações sobre projetos ou a tomadas de decisão especiais. Imagina só que dificuldade seria perder essas estratégias depois de dias — ou até meses! — de planejamento? Ou então perder uma base de clientes completa, com todos seus cadastros! Como fazer uma boa gestão de clientes após isso? Difícil, viu. E se forem dados de cartões, ou valores? Nossas máquinas nunca estarão completamente imunes a vírus, a defeitos ou a acidentes, e, por isso, vale a pena investir em um bom backup. Diga adeus às falhas humanas Como disse, os processos de backup para empresas geralmente são automatizados. Isso acaba com possíveis falhas humanas, podendo naturalmente ocorrer em situações comuns durante um dia de trabalho. Por isso, se os arquivos são essenciais para saúde do fluxo de trabalho, procure começar a entender como automatizar uma atividade como essa — e, assim, reduzir as dores de cabeça. Dessa forma, você garantirá a integridade das informações geradas pela sua organização. Nunca mais corra o risco de perder os arquivos Caso você de fato tenha complicações como a de perder todos os arquivos da empresa — inclusive aqueles mais importantes —, só o backup poderá resolver seu problema! Com um bom backup, você terá salvos todos os arquivos, de modo que será possível recuperar os dados. Caso os dados sejam armazenados na nuvem, você pode obtê-los muito rapidamente e ter sua tranquilidade de volta. Por falar em Nuvem, como hoje em dia, praticamente tudo o que estava disponível por software é possível ser contratado pela internet, existe a opção do backup em nuvem. O procedimento é o mesmo: o sistema segue uma configuração e faz as cópias programadas em determinado período. O destino é um servidor na nuvem, fora da empresa. O processo segue práticas de segurança, entre elas a de criptografia dos documentos, para evitar vazamentos de informações. Concentre tudo em um só lugar Além da segurança e da fácil recuperação, ter os dados em um só lugar ajuda na organização e na gestão das informações empresariais. Deixar os arquivos espalhados por diversos computadores pode ser um problema na hora que alguém precisar deles. O melhor é centralizar tudo para ter uma estrutura enxuta e pronta para atender às necessidades da empresa da melhor maneira possível. No mundo atual, os dados são a cada dia vez mais importantes! Por isso, cuide sempre para que nada de errado! Créditos: Clico Responde
A chave do sucesso de toda organização está no reconhecimento de seus colaboradores!

A chave do sucesso de toda organização está no reconhecimento de seus colaboradores! Valorizar o colaborador é fundamental para criar um ambiente de respeito e trabalho em equipe. É comprovado que quando os funcionários estão motivados, o nível de comprometimento com as tarefas do dia a dia e o desenvolvimento das competências e habilidades profissionais aumenta. Desta forma, preparamos uma surpresa para as colaboradoras em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que é comemorado em 08 de março. Todas ganharam um “Day Spa”. Uma tarde diferente e agradável na empresa com direito a limpeza de pele com peeling facial, maquiagem especial e dicas de beleza de profissionais de estética. No final da ação, as colaboradoras foram presenteadas com esmaltes e participaram de um café. Ações como essa tem sido um sucesso em nossa empresa e estamos convictos de que os valores não podem estar só em um papel ou mural, mas na cultura e pensamento dos colaboradores. “Valorize as pessoas, são elas que lhe farão chegar onde deseja estar”
A Nova Zelândia quer atrair profissionais de tecnologia

Com mais de 500 vagas de trabalho abertas na área de tecnologia da informação, a agência de desenvolvimento econômico da capital da Nova Zelândia, Wellington, decidiu garimpar o mundo em busca de profissionais. Esse é o principal objetivo da recém-lançada campanha LookSee Wellington, uma iniciativa inédita que pretende atrair 100 profissionais de TI de qualquer país do planeta, inclusive do Brasil. Os profissionais selecionados terão todas as despesas de viagem e acomodação pagas para passarem cinco dias na cidade participando de entrevistas de emprego. Como o próprio nome da campanha (LookSee: procurar e ver, na tradução literal) sugere, a ideia é que as pessoas tenham a chance de conhecer a cidade e suas oportunidades para ajudar na tomada de decisão sobre se mudar para Wellington. “Faltam pessoas de qualidade para trabalhar nessa área. A ideia é atrair os cérebros mais incríveis do mundo para Wellington”, disse Brook Pannell, gerente da Wellington Regional Economic Development Agency (WREDA) a EXAME.com. De acordo com ele, já são 30 empresas inscritas e o foco são o desenvolvedores de software altamente qualificados e que tenham interesse em trabalhar na capital da Nova Zelândia. “Não se trata de um programa para recém-formados, buscamos profissionais mais experientes”, diz Pannel. Wellington é a terra natal de empresas renomadas com forte apelo tecnológico como, por exemplo, a Weta Digital, uma das principais empresas de efeitos visuais do mundo, Datacom, especializada em sistemas de TI, e ainda a Xero, consultoria de contabilidade, além de centenas de startups. Mas, apesar de ser a capital neozelandesa, a cidade que tem 400 mil habitantes, conserva um clima bem mais intimista do que a maior metrópole do país, Auckland, conhecida por ser o centro financeiro e de negócios da Nova Zelândia. Em todo país, há 4 milhões de habitantes. Qualquer empresa de tecnologia baseada em Wellington pode sinalizar o interesse em fazer parte da campanha. “As companhias só terão que arcar com custos se contratarem, de fato, algum profissional”, explica Pannel. E, ainda assim, empregadores vão gastar menos do que gastariam caso recorressem aos serviços de uma consultoria de recrutamento, de acordo com ele. Como participar As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site da campanha. As empresas participantes vão indicar os currículos dos candidatos que mais chamarem sua atenção, com a ajuda da agência de recrutamento, Workhere New Zealand, que também é responsável pela campanha, ao lado da WREDA. Aqueles que receberem o maior número de indicações serão os selecionados para as entrevistas presenciais em Wellington, programadas para o mês de maio, quando também ocorre a semana de tecnologia, a TechWeek’17, o que vai permitir que os participantes saibam ainda mais sobre o mercado de trabalho em TI e suas principais tendências. Carreira é quente em todo país Com média salarial anual de 61 mil dólares neozelandeses em 2016, o que equivale a mais de 134 mil reais, desenvolvimento de software é uma das carreiras com maior demanda de toda Nova Zelândia, segundo informações oficiais do Ministério de Negócios, Inovação e Emprego do país. Para se ter uma ideia o número de vagas para esses profissionais dobrou entre 2006 e 2013, saltando de pouco mais de 2 mil para 4 mil. A projeção de crescimento na quantidade de oportunidades profissionais é de 5,2% por ano até 2020 e de 4,2%, também por ano, até 2025, quando espera-se que haja mais 7 mil postos de trabalho. Além de desenvolvimento de software, há uma série de outras ocupações com grande necessidade de profissionais na área, segundo o ministério. Especialistas multimídia, desenvolvedores web, analistas de programação, engenheiros de software e engenheiros de sistemas de informação também têm boas chances de empregabilidade no país. Via: Exame
Robô identifica gastos suspeitos de políticos

Um grupo de oito pessoas idealizou um projeto capaz de automatizar a fiscalização de cotas parlamentares através de um robô provido de inteligência artificial. Rosie, apelido carinhoso que faz referência ao robô dos Jetsons, é capaz de montar um banco de dados de irregularidades e, a partir dele, identificar se elas existem ou não nos pedidos de reembolso de deputados federais. Os dados, disponíveis no site da câmara dos deputados, são analisados por Rosie e depois classificados como suspeitos ou não. Depois, um grupo de pessoas faz a análise manual de cada um deles. Quando comprovada a suspeita, a denúncia é enviada à câmara dos deputados e uma auditoria é aberta. Até agora, o software conseguiu detectar mais de 3 mil reembolsos suspeitos, dos quais 849 foram auditadas por humanos. Inclusive, algumas restituições já foram feitas, como a do deputado Celso Maldaner (PMDB-SC), que devolveu 700 reais, referentes a refeições. O projeto leva o nome de Operação Serenata de Amor, em referência a um famoso caso sueco, conhecido como Toblerone, quando uma ministra utilizou o cartão corporativo para fazer compras pessoais, entre eles, uma unidade do chocolate. “A gente faz uma espécie de pente fino em problemas feitos por humanos”, diz Eduardo Cuducos, um dos idealizadores do projeto. Eles acreditam que, dessa forma, além de criar uma ferramenta eficiente para detectar anomalias, será possível repensar o modo como lidamos com os órgãos públicos. “Temos o direito de decidir para onde vai essa verba que vem do nosso dinheiro, afinal”, explica ele. Um dos líderes do projeto, Irio Musskopf, conta que o modo como eles treinaram Rosie é muito parecido com o processo de treinamento de um auditor humano: primeiro ensinar as leis e os casos em que existe irregularidade para depois passar à análise de dados. “O treinamento aconteceu dando algumas dicas. Por exemplo, mostrando que há muitas irregularidades em refeições. Uma refeição de 220 reais que ocorre num restaurante de luxo não foge ao padrão. Mas em um lugar de beira de estrada, é suspeito” conta Musskopf. Dessa forma, Rosie vai montando um banco de dados capaz de ser utilizado como fonte de referência em análises futuras. As informações vão desde preços não condizentes ao local indicado na nota fiscal, atividades que fogem ao padrão de determinado deputado a distâncias anormais entre cidades. Justamente por causa dessa dependência de um banco de dados apropriado, uma das grandes dificuldades do projeto, no momento, é saber quais estão disponíveis e quais deles são úteis ou não ao aprendizado de Rosie. Musskopf explica como seria útil ter, por exemplo, uma base com todas notas fiscais irregulares. Dessa forma, o software conseguiria ter um aprendizado muito mais rápido, em vez de ter ele mesmo que construir sua fonte de referência na base do erro e acerto. Para analisar os dados, é baixada a tabela de reembolso disponível no site da câmara. Depois que essa tabela é processada e compactada, ela vai para o software, onde ocorre a análise. Para fazer isso, o robô utilizará os classificadores aprendidos. Classificador é como é chamado o modelo de inteligência artificial utilizado. Indo linha por linha, Rosie irá verificar se o gasto pode ser irregular ou não. Dessa forma é gerada uma outra tabela com os resultados, que é publicada online em um site público. Lá, os auditores do projeto verificam uma por uma as suspeitas e abrem as denúncias quando necessário. “Preferimos fazer isso manualmente porque assim podemos conversar com o auditor para entender porque ele não deu seguimento à denúncia”, explica o programador. Dessa forma, é possível refinar melhor o banco de dados de Rosie. Na mesma página, é possível para qualquer usuário verificar quais informações o software utilizou para acusar o deputado. Por mais que o programa relacione dados em uma velocidade muito maior que um humano, as informações são disponibilizadas para tornar claro o processo utilizado por Rosie. O grupo está agora abrindo um crowdfunding para financiar o projeto. Segundo eles, é possível estender o projeto não só para a câmara dos deputados, mas também o senado, prefeituras ou qualquer outro lugar onde exista o gasto de dinheiro por parte de pessoas físicas. “Estamos tornando a Rosie com código mais genérico, para extrapolar as suspeitas não só na câmara, mas também em outros lugares” conclui ele. Via: Revista Galileu Foto: Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
Cinco erros comuns na gestão de TI

Qualquer gestor precisa estar antenado com as tendências do mercado e as principais práticas para lidar com os negócios de uma empresa. No cenário de TI, isso não é diferente. Marco Américo, vice-presidente de Operações da América Latina da empresa DocYouSign, que atua com assinatura eletrônica de documentos, aponta os cinco erros mais comuns dos gestores: Falta de planejamento Não contar com um plano de negócios organizado pode fazer com que a empresa gaste muito dinheiro à toa e não planeje uma estratégia eficiente para a adaptação às novas tecnologias. “É importante pesquisar e quem trabalha na mesma área de atuação, deve testar ferramentas antes de comprá-las e colocá-las em prática”, explica Américo. Dados vulneráveis “É preciso ter uma política clara para uso da internet, fazer back-up dos dados existentes e ter um plano de contingência para não perder informações relevantes”, orienta o especialista. Não investir em infraestrutura Poupar gastos é sempre importante, exceto quanto o assunto é infraestrutura. Ao invés de investir tempo e dinheiro em deslocamentos para entrar em contato com parceiros, é melhor considerar a adoção de tecnologias seguras voltadas para negócios à distância. Ignorar negócios à distância Isso não significa apenas entrar em contato com parceiros comerciais, mas também usar recursos de assinatura eletrônica para fechar contratos, serviços de cloud e outras ferramentas que economizam dinheiro e minimizam tempo e trabalho. Querer economizar em tudo “Existem serviços bons e que não exigem alto investimento”, alerta Américo. Com isso em mente, vale a pena procurar por serviços que apresentem bons resultados. É melhor analisar as opções e escolher ferramentas que atendam às necessidades da organização e que gerem retorno. Via: Olhar Digital
Líderes do mercado acreditam que robôs vão criar empregos, e não cortá-los

Durante o Fórum Econômico Mundial, realizado na Suíça, Ginni Rometty presidente global da IBM discursou a respeito de inteligência artificial. De acordo com ela, a evolução da tecnologia de automação e o avanço dos sistemas de inteligência artificial não vão eliminar empregos, mas sim criá-los. A executiva fez tais comentários durante um painel no evento que discute o papel da inteligência artificial em vários espaços da sociedade moderna, além das perspectivas para o futuro. De acordo com Ginni, é provável que essa tecnologia elimine alguns empregos apenas no curto prazo. Segundo o Business Insider, a presidente da IBM acredita que “é o relacionamento entre soluções de inteligência artificial, como o Watson, e trabalhadores humanos, o que vai criar empregos em longo prazo”. “Quanto mais empregos e tarefas são automatizadas, especialmente nos setores industrial e produtor, a inteligência artificial vai se tornar mais crucial […], aumentando a procura por programadores e desenvolvedores”, teria sugerido Ginni, de acordo com o Business Insider. A executiva da IBM, porém, não é a única líder no setor que acredita nisso. Em junho do ano passado, Satya Nadella, presidente da Microsoft, publicou um artigo argumentando algo parecido. Segundo ele, “no fim das contas, humanos e máquinas vão trabalhar juntos, e não um contra o outro”. “Conforme nós construímos mais máquinas autônomas, nós precisamos respeitar a autonomia humana. Robôs colaborativos devem fazer o trabalho perigoso, como mineração, criando assim uma rede de segurança para proteger os trabalhadores humanos”, declarou ainda Nadella. Segundo ele, o grande dilema dos próximos anos é sobre como impor a essas máquinas os valores morais adequados para que humanos e robôs possam trabalhar juntos em harmonia. Via: Olhar Digital