As melhores tecnologias da CES 2019

A CES, Consumer Eletronics Show, é o maior evento de tecnologia do mundo. Muitas das tecnologias apresentadas por lá se tornam produtos comercialmente viáveis dentro de alguns anos, como já aconteceu com as TVs 4K e com os robôs aspiradores de pó. A feira deste ano trouxe novas iniciativas em telas, TVs, mobilidade e assistência para idosos. Confira a seguir as melhores tecnologias do evento: Samsung Gems-H Esse aparelho mira na indústria de saúde. Chamado Gems-H, ele é um exoesquelo que ajuda idosos e vítimas de AVC a andar novamente. Ele funciona por duas horas com uma única carga na bateria. Seu funcionamento não se limita a caminhadas simples, é possível até mesmo subir escadas com o produto–que ainda está em fase de testes. TV que enrola A nova TV LG Signature OLED R chamou a atenção na CES. Ela tem tela que enrola e desaparece dentro do seu rack quando não está em uso. Desse modo, ela tira da sua sala de estar, ou quarto, aquele tradicional espelho preto sem função alguma. É a primeira vez que a LG aplica a sua tecnologia de displays flexíveis em um produto comercial. Cerveja em casa A LG entrou em um segmento novo com o anúncio da sua primeira máquina de fazer cerveja em casa. Como uma cafeteira Nespresso, você usa cápsulas para fazer a bebida. Claro que vai levar mais tempo do que um cafezinho, são 15 dias de preparação. TV Micro LED A Samsung trouxe para a CES a sua nova TV com tecnologia Micro LED. Essa rival do Oled faz basicamente a mesma coisa, com a diferença de não usar materiais orgânicos, que podem se deteriorar com o tempo. Depois de aparecer em uma telona inviável para casas no ano passado, a sul-coreana trouxe uma versão de 75 polegadas. Royole FlexPai O FlexPai é o primeiro celular do mundo que tem uma tela flexível e está à venda nos Estados Unidos, por 1.300 dólares. Ele pode se transformar em tablet ou em um celular com duas telas, uma de cada lado. Apesar da empresa Royole não estar no rol de gigantes da tecnologia, como Samsung, LG e Apple, ela chamou a atenção de jornalistas do mundo todo na conferência realizada antes do início oficial da CES. Bell Nexus O Nexus fez sua primeira aparição pública na CES e atraiu olhares curiosos. Ele é um carro voador que usa a combinação de combustão e eletricidade para funcionar. A empresa, do Texas, tem parceria com a Uber e prevê uso comercial do seu veículo para meados de 2020. Roteador Netgear 5G A Netgear já entrou na onda do 5G e apresentou um roteador que oferece a velocidade da nova rede móvel para diversos dispositivos. Funciona assim: você tem uma única conta mobile de 5G e ele oferece acesso estável, via Wi-Fi, para outros aparelhos, como notebooks, tablets e Smart TVs. Ele é chamado de Nighthawk e usa o recente modem 5G da Qualcomm, o Snapdragon X50. A Netgear se aliou à operadora AT&T para levar a novidade aos Estados Unidos. Segway Robotics Enquanto os carros autônomos não chegam às ruas, a Segway aposta em robôs que fazem entregas por conta própria. A ideia inicial é que o Loomo Delivery atue em escritórios e shoppings. Fonte: Exame.com
Complexidade da nuvem: Você está pronto para esse desafio?

Pode até soar estranho, mas algumas pessoas ainda tem a impressão de que, migrar um ambiente convencional para a nuvem é simplesmente uma questão de escolher o provedor preferido, o modelo de cloud a ser adotado e fazer um Ctrl+C Ctrl+V das informações e plim! Em um passe de mágica, tudo vai estar na troposfera digital funcionando perfeitamente! Na verdade, o processo não é bem assim. A nuvem permite a qualquer empresa adotar uma gama de recursos que parece não ter fim: É possível escolher desde software como serviço, usar uma estrutura bare metal, ter diversas opções para integração de aplicações, empregar interfaces de programação de aplicações (APIs), escolher múltiplos tipos de containers, até adotar um modelo serverless. Na prática, é possível ter uma infraestrutura de cloud combinando todas essas (e muitas outras) opções simultaneamente, e isso nos leva a um dos grandes desafios que toda organização provavelmente vai enfrentar nos próximos anos: Lidar com a complexidade do ambiente de nuvem. Um outro fator muito importante, e que precisa ser compreendido claramente, é que vivemos em um em um mundo multi-cloud. Muito tempo atrás, quando a nuvem ainda estava se estabelecendo, uma grande parte da discussão era tentar entender o conceito de nuvem pública (como AWS, Microsoft, Google, OpenCloud) e nuvem privada (exclusiva para um único cliente, normalmente on-premise). Bem, não levou muito tempo para que as organizações compreendessem que a abordagem mais efetiva era usar o melhor dos dois mundos, criando um ambiente combinando a nuvem pública, com vantagens como otimização de uso de recursos/custos, elasticidade, e capacidade de crescimento virtualmente infinita, e a nuvem privada, que permite um controle maior de toda a infraestrutura, facilitando questões associadas a governança, regulamentações ou a proteção de arquivos confidenciais/sensíveis. Essa abordagem ficou conhecida como nuvem hibrida, e é bastante razoável imaginarmos que, em um futuro bem próximo, será o modelo adotado por essencialmente todas as organizações. Novamente, um dos maiores desafios será lidar com a complexidade desse ambiente que agrega múltiplas tecnologias, passando por diferentes provedores de cloud e infraestrutura local. Mas o que isso quer dizer? Seria melhor não adotar a nuvem e evitar que a sua complexidade impacte na efetividade da TI? Será que a saída é contratar mais e mais pessoas, efetivamente aumentando custos, para poder fazer uso adequado da nuvem? Calma! A resposta é bem mais simples do que você imagina, é tudo uma questão de estar consciente desse desafio e se preparar adequadamente para gerenciar a complexidade da nuvem de uma forma saudável. Nesse ambiente onde cada dia nos traz uma nova tendência, podemos dizer que se 2018 foi o ano do multi-cloud/nuvem hibrida, 2019 será o ano em que vamos ouvir falar cada vez mais de uma nova disciplina que vem ganhando cada vez mais destaque: CCM, Gestão de Complexidade na Nuvem (Cloud Complexity Management). É claro: Tudo isso vai ter que ser tratado por profissionais de cloud devidamente qualificados, indo dos níveis operacionais, passando pelos táticos e chegando finalmente aos estratégicos, a demanda por especialistas vai crescer de uma maneira formidável. Lidar com a complexidade de um ambiente hibrido-multi-cloud requer uma boa estratégia, incluindo aspectos como cibersegurança, governança, privacidade, tratamento de dados e aplicações em um ambiente AnyOps, e é justamente ai que entra a CCM, organizando tudo isso em diferentes domínios, efetivamente simplificando toda a complexidade da nuvem a um nível em que é possível combinar todas as tecnologias existentes e as muitas que estão por vir. Em parceria com grandes empresas como Amazon Web Services, Microsoft, IBM Cloud, VMWare, Nutanix e Veeam, a IT Universe oferece a tecnologia necessária para uma solução em cloud computing nas modalidades IaaS (infraestrutura como serviço), PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço). Fale agora mesmo com um de nossos consultores de negócio. Fonte: PTI
10 tendências para infraestrutura e operações em 2019

O Gartner destacou as principais tecnologias e tendências que os líderes de Infraestrutura e Operações (I&O) devem começar a preparar para suportar a infraestrutura digital em 2019. De acordo com Ross Winser, diretor de pesquisa sênior do Gartner, a I&O está se tornando cada vez mais envolvida em áreas sem precedentes da empresa moderna. O foco dos líderes não é somente entregar engenharia e operações, mas fornecer produtos e serviços que suportam e permitem a estratégia de negócios de uma organização. O especialista incentivou os líderes da área a se prepararem para os impactos de dez tecnologias e tendências-chave para apoiar a infraestrutura digital em 2019. São elas: Computação sem servidor A computação sem servidor é um padrão emergente de arquitetura de software que promete eliminar a necessidade de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura. Os líderes precisam adotar uma abordagem centrada em aplicativos para computação sem servidor, gerenciamento de APIs e SLAs, em vez de infraestruturas físicas. “A frase ‘sem servidor’ é um pouco errônea. A verdade é que os servidores ainda existem, mas o provedor de serviços é responsável por todos os recursos subjacentes envolvidos no provisionamento e dimensionamento de um ambiente de tempo de execução, resultando em agilidade atraente”, observou Winser. O serviço não substitui containers ou máquinas virtuais, por isso é fundamental saber como usar melhor a tecnologia. “O desenvolvimento de recursos de suporte e gerenciamento nas equipes de I&O deve ser um foco, pois mais de 20% das empresas globais terão implantado tecnologias de computação sem servidor até 2020, o que representa um aumento de menos de 5% hoje”, acrescentou. Impactos da AI A Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) está subindo nas hierarquias em termos do valor que servirá aos líderes de I&O que precisam gerenciar infraestruturas em expansão sem poder aumentar sua equipe. Ela tem o potencial de ser organizacionalmente transformadora e está no centro dos negócios digitais, cujos impactos já são sentidos nas organizações. De acordo com o Gartner, o valor global de negócios derivados da IA chegará a quase US$ 3,9 trilhões até 2022. Agilidade de Rede A rede sustenta tudo o que a TI faz – serviços em nuvem, Internet das coisas (IoT), serviços de ponta – e continuará a avançar. “As equipes estão sob pressão para garantir que a disponibilidade da rede seja alta e, como tal, a cultura da equipe muitas vezes limita as mudanças, mas, em toda a rede, a demanda por agilidade aumentou”, disse Winser. O foco para 2019 e além deve ser como os líderes podem ajudar suas equipes a aumentar o ritmo das operações de rede para atender à demanda. “Parte da resposta é a criação de agilidade de rede que depende de automação e análise, e de abordar a mudança real de habilidades necessárias para ter sucesso”, disse Winser. As demandas na rede devem crescer com o advento do 5G, aumentando a maturidade das nuvens e a explosão no número de dispositivos IoT. “Estas são apenas algumas das pressões que os líderes devem antecipar – então o período crítico para lidar com este desafio é agora”, completa o especialista. Morte do Data Center A previsão diz que, em 2025, 80% das empresas migrarão totalmente dos data centers locais para cargas de trabalho em colocation, hospedagem e nuvem, levando-os a encerrar seu data center tradicional. “Os líderes devem se preparar para colocar cargas de trabalho com base nas necessidades de negócios, não limitadas pela localização física. Desde a colocação até a nuvem pública – existem muitas alternativas para os data centers locais. Eles devem identificar se existem razões verdadeiramente estratégicas para persistir com as necessidades locais, especialmente quando consideram que a quantidade significativa de investimento envolvida é frequentemente amortizada ao longo de muitos anos”, disse Winser. As preparações devem começar agora, pois o prazo crítico para isso é 2021 a 2025. Computação Edge IoT e tecnologias imersivas levarão mais processamento de informações ao limite, redefinindo e reformulando o que os líderes precisarão implantar e gerenciar. A vantagem é o local físico onde as coisas e as pessoas se conectam com o mundo digital em rede e a infraestrutura vai cada vez mais chegar ao limite. A computação de borda faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. “Esta é outra tendência que não substitui a nuvem, mas a aumenta”, disse Winser. “O prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023”. Gestão de Diversidade Digital A gestão da diversidade digital não é sobre pessoas, mas sim sobre a descoberta e manutenção de ativos que estão “lá fora” em qualquer empresa digital moderna. “Tem havido um enorme crescimento no alcance e na quantidade de ‘coisas’ que a I&O deve conhecer, apoiar e administrar. A gestão de ativos tradicional ainda é importante, mas estamos nos movendo para o envolvimento com novos ativos que podem ter efeitos diretos nas finanças, na saúde e no bem-estar dos clientes da organização”, explica o especialista. Ativação de Infraestrutura Global Apesar de poucas infraestruturas serem realmente “globais” por natureza, as organizações ainda precisam se preparar para a noção de “infraestrutura em todos os lugares”. Ao fazer isso, os líderes de devem trabalhar dentro das restrições de orçamentos apertados e pressões de custo. Uma maneira de enfrentar esse desafio é escolher sabiamente a rede de parceiros necessária para o sucesso global. “Os líderes devem olhar com afinco para seus parceiros existentes e elevar o nível de expectativa. Eles podem identificar claramente o valor que o parceiro trará para eles no contexto da infraestrutura global? Eles estão liberando todo o valor dos investimentos recentes que seus parceiros vêm fazendo?”, provoca Winser. “Não haverá tempo para parceiros da ‘equipe B’ em 2019 – os líderes de I & O devem estar no topo dessa tendência entre 2020 e 2023.” Fonte: itforum365
IBM anuncia Q System One, primeiro computador quântico para uso comercial

O IBM Q System One é o primeiro computador quântico para uso comercial e científico no mundo, apresentado pela IBM durante a CES 2019. Com 20 qubits, o dispositivo não tem o mesmo poder de processamento dos modelos mais rápidos, mas compensa as especificações mais modestas com foco no custo-benefício e na estabilidade. Embora o uso comercial seja destacado pela IBM, é preciso relativizar a ideia, já que o Q System One não será vendido como um produto, mas como um serviço. Quem quiser aproveitar as capacidades da computação quântica terá que alugar a plataforma, que funciona por meio da nuvem. Essa é a forma que a IBM costuma oferecer acesso a seus outros sistemas quânticos em operação. No entanto, o que dá ao Q System One o título “primeiro computador quântico completamente integrado para uso comercial” é o fato de que seu design se assemelha mais aos modelos tradicionais. Construído para ser estável, o produto busca simplificar as demandas da computação quântica, fugindo da alta complexidade desse tipo de tecnologia, propensa a falhas e erros se sofrerem pequenas perturbações de temperatura e vibração. Essas características fazem com que o Q System One tenha uma aparência de mainframe convencional, aqueles computadores de grande porte. Assim, é mais fácil mantê-lo em operação do que os outros computadores quânticos da IBM, mais experimentais e propensos a períodos de manutenção prolongados. Além de apresentar o novo computador, a IBM revelou que já tem clientes para experimentar a máquina: o CERN, instituto europeu responsável pelo Grande Colisor de Hádrons, e a petroleira ExxonMobil. Fonte: TechTudo
Investimento em Tecnologia da Informação aumenta no país

O mercado de TI (hardwares, softwares e serviços) no Brasil cresceu 4,5%, de acordo com o estudo anual da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realizado em conjunto com a consultoria IDC. No topo da lista de investimentos em TI na América Latina, o Brasil registrou cerca de US$ 38 bilhões em investimentos em hardwares, softwares e serviços, seguido por México (US$ 20,6 bi), Argentina (US$ 8,4 bi) e Colômbia (US$ 7 bi). No ranking mundial, o país ficou em nono lugar na lista que encabeçam na sequência: Estados Unidos (US$ 751 bi), China (US$ 244 bi), Japão (US$ 139 bi), Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Índia. No total, foram US$ 2,07 trilhões em investimentos em TI no último ano. Para Jorge Sukarie, Presidente do Conselho da ABES, os resultados da pesquisa apontam que “os investimentos em TI voltaram a crescer no Brasil e o País vai aos poucos recuperando o espaço perdido nos últimos anos”. Ainda segundo o executivo, os números do Brasil apontam para um maior grau de maturidade nos Investimentos em Tecnologia, com a maior participação dos investimentos em software e serviços nos investimentos totais em TI. “Importante destacar que retomamos parte do “market share” perdido na América Latina no ano passado e mantivemos nossa posição de liderança, agora ainda mais destacada, responsáveis por 39,1% do total de investimento do continente que foi de US$ 97,3 bilhões”, explica. Sukarie pontua também que os investimentos em TIC (TI + Telecom), somaram mundialmente US$ 3,55 trilhões em 2017, sendo US$ 105 bilhões somente no Brasil – o que lhe garantiu o sexto lugar no ranking geral, recuperando uma posição em relação ao ano anterior. O aumento dos investimentos reflete a preocupação dos executivos em manter a eficiência de suas operações, tornando processos mais ágeis para manutenção da competitividade. Investir em TI é essencial para o crescimento saudável de qualquer empresa. Mantenha a eficiência de suas operações e garanta o aumento do ROI com o time especializado da IT Universe. Somos integradora de soluções de TI com amplo portfólio de produtos e serviços, atuando em empresas de diversos portes. Fale agora mesmo com um de nossos consultores. Informações: Portal Abes
O que esperar do Field Service para o futuro?

No passado, a prestação de serviços das organizações field service era comparada apenas à dos prestadores de serviços no mesmo setor. Mas hoje, as organizações de serviços de campo também estão sendo comparadas às grandes empresas, que introduziram modelos de serviços altamente eficazes. Elas se destacam nesse ponto, por utilizarem intensamente a tecnologia, aproveitando dessa ferramenta para crescer o seu negócio. Ao invés de perder tempo fazendo tudo manualmente, usam uma plataforma que permite automatizar as atividades. Os clientes agora exigem a velocidade, a visibilidade, a personalização e a comunicação em tempo real que esses novos modelos de serviços oferecem. Análises e mobilidade estão no centro dos monitoramentos, já que o field service mantém suas portas abertas para novas tecnologias para funções exclusivas. Isso permitiu aos interessados aumentar a produtividade e criar um ambiente de trabalho moderno que continua a revolucionar a forma como as pessoas trabalham. A tecnologia tem crescido em um ritmo muito acelerado. De acordo com as estatísticas compiladas no setor field service: Em 2022, estima-se que o mercado mundial de serviços de campo valha US$ 4,45 bilhões. Até 2020, 10% do trabalho de serviço de campo de emergência serão monitorados por inteligência artificial. Até 2020, os aplicativos móveis serão usados para projetos técnicos em 75% das organizações de field service com mais de 50 usuários. Com o mercado de serviços de campo em constante mudança e as expectativas dos clientes em alta, é importante que as organizações de serviços encontrem novas maneiras de se diferenciar. Paul Whitelam, discutiu as tendências de gerenciamento de serviços de campo que estão reformulando o setor. Manter as tendências de gerenciamento field service em mente é o primeiro passo para melhorar a experiência do cliente , a eficiência operacional e a agilidade nos negócios. Algumas das tendências introduzidas pela Whitelam incluem: O desejo do cliente moderno de participação ativa em compromissos de serviço; Para ajudar as empresas a acompanhar as últimas novidades dos FS, destacam-se algumas tendências que podem reformar o setor, tanto este ano de 2018, quanto mais além. Automação Field Service A automação permite que os representantes de serviços sejam mais eficientes, funcionem de forma mais produtiva e gerem receita com acesso instantâneo a informações importantes do cliente e dados de inventário. Tecnologias como a automação de gerenciamento de conhecimento permitem que os representantes de serviços ofereçam mais serviços pessoais, se estabeleçam como recursos valiosos para os clientes e, em última instância, lhes permitam gerar mais receita. A automação diminui a quantidade de tempo que os técnicos devem investir, o que lhes permite identificar as necessidades dos clientes e abrir oportunidades de venda de valor agregado. Os colaboradores do serviço de campo não precisam gastar mais de um quarto do tempo tentando localizar informações críticas para o trabalho por mais tempo. A internet das coisas (IoT) A Internet das coisas é definida como a comunicação entre uma rede de dispositivos habilitados para internet, sistemas e objetos físicos que possuem um endereço IP para conectividade com a internet. Os objetos físicos também podem incluir dispositivos, e contêm sensores ou software que lhes permitem trocar dados por redes sem fio. Atualmente, existem mais de 12 bilhões de dispositivos que se conectam à Internet . Até 2020, estima-se que esse número cresça, e haverá 26 vezes mais coisas conectadas do que seres humanos. Em uma empresa field service altamente competitiva, a incorporação de tecnologia inteligente e produtos conectados é de imensa importância para as empresas de serviços de campo. 81% das empresas field service acreditam que os produtos conectados inteligentes e a tecnologia serão a norma em cinco a dez anos. A gestão estratégica de custos Estamos vivendo em um ambiente de constante mudança, é fato que as empresas atualmente precisam estar atentas às estas mudanças. Portanto tomar a decisão certa no momento certo passa a ser algo primordial para a longevidade das empresas. Em outras palavras, as situações decisórias no âmbito profissional, podem afetar toda a empresa positivamente ou negativamente. Neste sentido tomar a decisão correta passa a ser a base de sucesso de toda a empresa. Devido essa contínua mudança no mundo dos negócios, as empresas se vêm obrigadas a aprimorar seus sistemas de informações gerenciais. Buscando modelos que sejam capazes de detectar falhas em seus processos de tal forma, que venha a otimizar seus recursos evitando distorções, retrabalhos e perda de competitividade. Isso te ajudará a enfrentar as mudanças na tecnologia, e consequentemente, se destacar entre os concorrentes. O futuro do gerenciamento field service está aqui Você pode ter passado todos esses anos maravilhando-se com os avanços futuristas, talvez até um pouco sobrecarregado por tudo isso. O gerenciamento field service não é mais uma tecnologia do futuro. Na verdade, é a tecnologia de agora. É hora de adicioná-lo à sua lista de resoluções deste ano que se inicia. Sua empresa vai agradecer por isso. O diferencial do Field Service da IT Universe está no comprometimento em entregar soluções ágeis e precisas, dentro de um SLA (Acordo de Nível de Serviço) preestabelecido, minimizando os impactos na produtividade e nos resultados do seu negócio. Temos uma equipe altamente qualificada e comprometida em entregar o melhor no menor tempo. Não deixe sua loja ou filial parar por problemas de TI, conte com nossa capilaridade de atendimento. Clique neste link e fale com um de nossos consultores. Com informações: Auvo
10 tendências tecnológicas estratégicas para 2019

Você sabe quais são as tendências tecnológicas estratégicas que as organizações devem começar a explorar já em 2019? Blockchain, Inteligência Artificial, Empowered Edge, privacidade e ética, Computação Quântica, experiências imersivas, Análise Aumentada, Coisas Autônomas e gêmeos digitais impulsionam as 10 principais tendências de tecnologia estratégica da Gartner para 2019, confira: Segundo o Gartner, a maneira como percebemos e interagimos com a tecnologia está passando por uma transformação radical. Plataformas de conversação, Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista proporcionarão uma experiência ambiental mais natural e imersiva no mundo digital. A Inteligência Artificial (IA) já começa a abrir uma nova fronteira para os negócios digitais. Isso ocorre porque praticamente todos os aplicativos, serviços e objetos da Internet das Coisas (IoT) incorporam um aspecto inteligente para automatizar ou aumentar processos de aplicativos ou atividades humanas. Representações digitais de coisas e processos organizacionais serão cada vez mais usadas para monitorar, analisar e controlar ambientes do mundo real. Esses gêmeos digitais combinados com a IA e as experiências imersivas abrirão espaço para espaços inteligentes abertos, conectados e coordenados. E mecanismos formais para identificar tendências tecnológicas e priorizar aqueles com maior impacto potencial sobre os negócios criarão vantagem competitiva. A arquitetura corporativa (EA) e os líderes de inovação tecnológica que impulsionam a transformação dos negócios por meio da inovação tecnológica precisarão, desde já: – Explorar maneiras pelas quais, essencialmente, qualquer dispositivo físico dentro da organização ou o ambiente do cliente poderá ser alimentado por recursos autônomos orientados por IA. – Educar, engajar e idealizar com líderes de negócios sênior as prioridades estratégicas, onde a IA poderá automatizar ou aumentar as atividades humanas. – Desenvolver e implantar uma combinação de plataformas que incorporam interações conversacionais com Realidade Virtual, Realidade Aumentada e Realidade Mista para casos de uso direcionados para criar uma experiência de usuário imersiva. – Apoiar as iniciativas de IoT desenvolvendo e priorizando casos de negócios de alto valor para criar gêmeos digitais de coisas físicas e processos organizacionais. – Aprender e monitorar a computação quântica enquanto ela ainda estiver no estado emergente. Identificar os problemas do mundo real onde ele tem potencial e avaliar seu possível impacto na segurança. Por tudo isso, os líderes empresariais e de inovação tecnológica devem avaliar essas principais tendências para identificar oportunidades, combater ameaças e criar vantagem competitiva. São elas: 1 – Coisas Autônomas Objetos autônomos, como robôs, drones e veículos autônomos, utilizam Inteligência Artificial para automatizar funções antes exercidas por humanos. Sua automação vai além da oferecida por modelos rígidos de programação e explora IA para entregar comportamentos avançados capazes de interagir mais naturalmente com seu entorno e com pessoas. As coisas autônomas vêm em muitos tipos e operam em muitos ambientes com níveis variados de capacidade, coordenação e inteligência. “À medida que as coisas autônomas proliferarem, elas passarão a ser colaborativas, com múltiplos dispositivos trabalhando, sem a interferência humana. Por exemplo, ao examinar uma área de plantio, um drone pode determinar que a cultura está pronta para a colheita e despachar uma colheita autônoma para realizar o trabalho. Já no mercado de entregas, será possível usar um veículo autônomo para mapear a área alvo. Robôs e drones a bordo do veículo podem garantir a entrega final do pacote”, diz o executivo. Exemplos de cenários de negócios incluem: – Prevenção do crime através de robôs de patrulha autônomos . A Microsoft, o Uber e outros gigantes da tecnologia estão usando robôs Knightscope K5 para prever e prevenir crimes usando robôs autônomos, análises e engajamento. – Agricultura avançada. Projetos como a Iniciativa Nacional de Robótica dos EUA estão levando a automação agrícola para um novo nível. Exemplos incluem a criação de algoritmos de planejamento para robôs para operar farms de forma autônoma; ter veículos aéreos não tripulados (UAVs) operam com escoteiros humanos para estudar soluções para agricultores de culturas especiais; e agricultura vertical. – Transporte automóvel mais seguro. Empresas de alta tecnologia (como Alphabet, Tesla, Uber, Lyft e Apple) e empresas automotivas tradicionais (como Mercedes-Benz, BMW, Nissan, Toyota e Ford) esperam que, removendo o elemento de erro humano, carros autônomos diminuirão o número de acidentes automobilísticos. Até 2021, 10% dos novos veículos terão capacidade de condução autônoma, em comparação com menos de 1% em 2017. 2 – Analítica Aumentada (Augmented Analytics) O Augmented Analytics concentra-se em uma área específica de Inteligência Aumentada. Ela usa o Machine Learning para transformar o modo como o conteúdo analítico é desenvolvido, consumido e compartilhado. Os recursos da Analítica Aumentada avançarão rapidamente ao longo do Hype Cycle como um recurso importante para a preparação de dados, gerenciamento de dados, gerenciamento de processos de negócios, mineração de processos e plataformas de Ciência de Dados. Insights automatizados de Analítica Aumentada também serão incorporados em aplicativos corporativos. Isso otimizará as decisões e ações de todos os funcionários dentro de seu contexto, não apenas dos analistas e Cientistas de Dados. “Isso levará à ciência de dados cidadã, um conjunto emergente de recursos e práticas que permite aos usuários finais extrair insights preditivos e prescritivos dos dados. Até 2020, o número de cientistas de dados cidadãos crescerá cinco vezes mais rápido que o número de profissionais de Ciência de Dados. As organizações poderão usar cientistas de dados cidadãos para preencher a lacuna de conhecimento em Ciência de Dados e Machine Learning causada pela escassez e pelo alto custo dos Cientistas de Dados”, David Cearley , vice-presidente do Gartner 3 – Desenvolvimento orientado por AI O mercado está mudando rapidamente de uma abordagem em que os cientistas de dados profissionais devem se associar aos desenvolvedores de aplicativos para criar a maioria das soluções aprimoradas por IA para um modelo em que o desenvolvedor profissional possa operar sozinho usando modelos predefinidos como serviço. Isso fornece ao desenvolvedor um ecossistema de algoritmos e modelos de IA, bem como ferramentas de desenvolvimento adaptadas para integrar recursos e modelos de AI a uma solução. Novas oportunidades para o desenvolvimento de aplicativos profissionais surgem à medida que a IA é aplicada ao próprio processo de desenvolvimento para automatizar várias funções de Ciência de Dados, desenvolvimento de aplicativos e testes. Em 2022, pelo menos 40% dos novos projetos de desenvolvimento de aplicativos terão co-desenvolvedores de IA em sua equipe. 4 – Gêmeos digitais Um gêmeo digital é
Redes de Wi-Fi públicas podem acessar localização de usuários desconectados

Empresas especializadas em serviços de Wi-Fi podem estar usando dados de login e identificadores dos dispositivos para mapear a localização e hábitos individuais dos usuários que acessam redes abertas. Segundo o site PCWorld, essas informações podem ser visualizadas por hackers mesmo quando as redes não estão em uso. Muito comuns em lugares públicos, como aeroportos, restaurantes, shoppings e diversos estabelecimentos comerciais, redes de Wi-Fi abertas oferecem acesso gratuito à Internet, mas estão associadas a problemas de privacidade e diversas vulnerabilidades de segurança – embora seja possível diminuir esses riscos com boas práticas para proteção das suas informações. A partir do momento em que o usuário compartilha seus dados para garantir acesso à rede aberta, como número de telefone, perfil em rede social ou e-mail, o provedor também pode ver o endereço MAC do seu dispositivo. Esse código é alfanumérico, único para cada aparelho e classifica o dispositivo quanto ao nome, modelo e marca – uma espécie de CPF digital. Separadas, essas duas informações não permitem que o provedor do Wi-Fi aberto tenha ideia da sua localização, ou hábitos. No entanto, segundo o PCWorld, empresas especializadas nesse tipo de serviço estão combinando as duas coisas: os seus dados de login usados para acesso à rede aberta com o endereço MAC do seu dispositivo. Essa união permite a criação de um mecanismo que pode identificar os lugares que você visita a partir das redes abertas às quais acessa. Provedores que usam esses dados podem detectar, por exemplo, quando você usa o Wi-Fi aberto do aeroporto e, dias depois, faz login numa rede aberta de um restaurante. O problema é que essas informações permitem que o responsável pelo serviço tenha acesso a seus hábitos, rotinas e lugares que frequenta. Esse tipo de informação é sensível e pode ser usada para fins de publicidade altamente direcionada, mas também por criminosos, caso caia nas mãos erradas. As empresas consultadas pela PCWorld se defenderam quanto ao último risco, alegando o uso de mecanismos que tornam as informações individuais anônimas perante o sistema de controle. Dessa forma, nem mesmo um eventual anunciante que adquira o direito aos dados para a realização de ações de publicidade terá acesso ao conteúdo mais pessoal. O problema para quem deseja garantir mais privacidade é que não existe uma forma de impedir que o endereço MAC do seu dispositivo seja lido e combinado aos seus dados. A única alternativa para evitar que suas informações sejam usadas pelos provedores das redes abertas, muito comuns nos Estados Unidos, é simplesmente não usar o serviço. Especialistas consultados pelo site indicam ainda que é possível antecipar se uma rede Wi-Fi tira proveito dessas informações lendo com atenção os termos de uso apresentados ao usuário no primeiro login. Em geral, a documentação citará o uso de informações de localização, o que já é o suficiente para que a pessoa saiba que o serviço vai mapear seus logins em redes abertas dali para frente. Via: TechTudo
Novo golpe usa e-mail falso dos Correios para instalar malware em PCs

Um novo golpe utilizando o nome dos Correios circula na Internet. De acordo com a empresa de segurança Trend Micro, criminosos estão distribuindo um malware através de e-mails falsos sobre entregas de encomendas. Trata-se de uma tentativa de phishing, na qual bandidos usam softwares falsos para roubar informações dos usuários. Segundo a Trend Micro, o falso e-mail contendo o malware apresenta uma mensagem sobre uma tentativa malsucedida de entrega no endereço do usuário. Ao clicar no link da mensagem, a pessoa é levada a uma página onde será feito um download de um arquivo compactado no formato ZIP. A infecção ocorrerá caso o usuário abra o ficheiro baixado. Até o momento, os pesquisadores da Trend Micro acreditam que milhares de computadores já foram infectados pela ameaça. Além disso, o golpe já teria infectado mais de 450 empresas diferentes, segundo a publicação do UOL. Por fim, a recomendação da empresa de segurança é que os internautas brasileiros fiquem atentos a qualquer mensagem se passando pelos Correios. Alguns indicativos de ameaças podem ser a presença de números e caracteres aleatórios no endereço do remetente, erros de português no corpo da mensagem e arquivos com nomes genéricos. Créditos: Olhar Digital