Conheça as vantagens da solução baseada na nuvem

A transformação digital está mudando o mercado mundial de colaboração e comunicações unificadas. Modelos e serviços em nuvem vêm surgindo como uma oportunidade transformadora, que explora tendências, benefícios e soluções importantes. Com a nuvem, as empresas podem aumentar o foco no valor estratégico do negócio, mudar para um modelo de serviço escalável, onde a implementação é mais rápida e oferece estruturas flexíveis, com custo variável. Essas ferramentas de comunicação de última geração são oferecidas aos funcionários para melhorar a produtividade. A mudança para a nuvem representa uma oportunidade imediata de aproveitar as tecnologias de ponta e responder com agilidade. Com a Avaya, você pode aumentar as suas operações sem interrupções e entrar no mercado mais rapidamente com recursos sempre ativos que atendem às suas necessidades, se concentrando em fornecer excelentes experiências para o cliente, aumentando a produtividade e ampliando seus negócios. A Avaya também possui um aplicativo de comunicação unificada para todas as necessidades empresariais. O aplicativo chamado Avaya Equinox, oferece uma solução completa de colaboração de equipe e comunicações unificadas, com suporte baseado na nuvem que integra voz, vídeo, chat, mensagens e compartilhamento de telas. Com uma plataforma que faz isso tudo, você pode aumentar a produtividade, acelerar a tomada de decisão e compartilhar informações com rapidez e facilidade. A It Universe acredita no trabalho da Avaya e como parceiras, sabe seu grande potencial no mercado. Converse com a nossa equipe e saiba como adquirir uma solução de nuvem, que funcione para a sua empresa, o mantendo conectado com os seus clientes e funcionários.
Laserway, a calculadora da Furukawa

Você sabia que a nossa parceira de serviços, Furukawa, criou uma ferramenta destinada a mostrar em gráficos e números? Chamada de calculadora laserway, os benefícios da implantação de uma rede com a solução Laserway, totalmente óptica, em relação a uma rede tradicional. Chamada de Calculadora Laserway, ela tem o objetivo de ajudar empresas a escolher a melhor solução de rede para o seu negócio, através da apresentação de gráficos corporativos, trazendo uma visão geral das vantagens dessa implantação. Veja a Calculadora Laserway da Furukawa Devido a comparação de alguns elementos, é possível ver se essa solução é a mais econômica e vantajosa para sua empresa. Entre os principais benefícios que a solução Laserway traz, estão a redução de custos, economia de espaço e menos consumo de energia. Para usar essa ferramenta, os parâmetros do projeto de rede devem ser inseridos na calculadora, como a quantidade de pontos, número de andares, comprimento horizontal e período, para assim, alcançar o custo total da propriedade. A partir do fornecimento desses dados, a calculadora apresenta estimativas, tendo como base valores de projetos genéricos. É feita a comparação de custos de investimento, custos operacionais, custo total da propriedade, consumo energético anual, espaço ocupado, plástico utilizado em cabos e até a redução do desmatamento de árvores. A Furukawa acredita em um ambiente de aprendizado e inovação contínua. Como parceiros, a IT Universe compartilha da sua visão e acredita que a busca por novas tecnologias é um esforço diário, além de ter como peça chave a excelência no atendimento, sempre acompanhando a evolução do mercado. Utilize nosso formulário para entrar em contato com um dos nossos consultores e saber mais sobre essa inovação.
Precisando melhorar a eficiência da comunicação na sua empresa?

Com o rápido avanço tecnológico, os meios de comunicação têm se desenvolvido muito e diversas empresas têm investido em equipamentos de videoconferência, adquirindo novos modelos e implantando sistemas, visando se manter à frente da concorrência, com foco em melhorar a colaboração entre os departamentos que por muitas vezes se encontram geograficamente dispersos. Essa inovação também assegura uma boa e contínua comunicação entre os parceiros, investidores e consumidores. Por muitas vezes as soluções tradicionais de videoconferência não estão à altura da tarefa que deve ser realizada, sem falar na importância da segurança e a boa experiência do usuário nesse momento. Então, esses fatores devem ser levados em consideração quando pensamos na implementação de uma nova geração de soluções de videoconferência por software. As empresas que deveriam investir nessas soluções são aquelas que possuem filiais e frequentemente precisam se comunicar com a sede e vice-versa. Outro exemplo são as empresas que possuem algum departamento alojado fora da sua sede. A implantação desse sistema facilita e otimiza o tempo, podendo ser realizada de forma simultânea. A nossa parceira Yealink, conta com diferentes equipamentos e sistemas de videoconferências, para diversas situações, sempre prezando pela alta qualidade, flexibilidade e custo acessível. As soluções são desenvolvidas de acordo com o porte da empresa, essenciais para atender sua demanda de mercado. Os dispositivos usados são compatíveis com as plataformas de videoconferência tradicionais para atender aos requisitos de conferência dos parceiros. A comunicação deve ser sempre eficiente e segura, com facilidade no gerenciamento e implementação, que são os diferenciais das soluções da Yealink, comparadas com sistemas tradicionais. Algumas características essenciais são: capacidade escalável, permitindo que vários departamentos trabalhem juntos, mesmo em locais distantes, como reuniões de rotinas ou discussões de negócios; flexibilidade, na forma de criar e gerenciar conferências; segurança, pois podem envolver interesses comerciais e confidenciais; e atendimento das necessidades de cada equipe, facilitando sua implementação e uso. A Yealink trabalha com requisitos de qualidade da videoconferência, em termos de estabilidade, qualidade audiovisual e capacidade de compartilhar conteúdo. Com a parceria entre a IT Universe e a Yealink, sua empresa terá acesso a uma nova era de colaboração, com tudo de mais moderno e com custo acessível. Fale com um de nossos especialistas e conheça mais sobre nossas soluções de comunicação unificada.
O que há de novo no WatchGuard?

O WatchGuard está entre os melhores fornecedores de segurança de rede e oferece o portfólio mais abrangente de serviços no mercado, desde o bloqueio de spam e filtragem de web até serviços mais avançados para proteger e evitar a perda de dados confidenciais. Oferecendo também um conjunto completo de serviços de gerenciamento e visibilidade de rede. Para proteger e evitar a perda de dados maior, com interrupções de rede, é preciso dar rapidamente respostas críticas a cenários de segurança. Mesmo assim, essa quantidade de dados brutos é quase impossível de ser acessada, pois pode levar dias ou semanas. É nesse momento que você mais precisa que os dados sejam visualizados e apresentados a partir da nuvem, para que possa obter as informações necessárias e agir imediatamente. Esse tipo de painel de visibilidade é agora uma ferramenta essencial para as soluções de segurança. O chamado WatchGuard Cloud Visibility, é uma plataforma que exibe mais de 100 painéis e relatórios que permitem ver tendências gerais e irregularidades, sendo possível realizar uma busca detalhada posteriormente, para conseguir mais informações sobre cada uma. Ela oferece visibilidade total da rede, para que você possa tomar decisões informadas e eficazes na hora certa sobre a segurança da rede, em qualquer hora e lugar. Mas ainda existem aqueles que não desejam mudar para a nuvem, pois isso existe uma solução local de visibilidade disponível: o WatchGuard Dimension. Essa solução fornece as ferramentas de visibilidade de big data e geração de relatórios que identificam de forma exclusiva as principais ameaças à segurança e os principais problemas e tendências da rede, acelerando a definição de políticas de segurança relevantes em toda a rede. A grande diferença entre elas, é o modo de visibilidade. O WatchGuard Cloud Visibility possui mais vantagens proporcionadas pela nuvem, como a geração de relatórios e registro em logs escaláveis e de alto desempenho. Para obter esses benefícios, a solução Dimension, que é local, deve mudar para a nuvem, com a vantagem de ser mais rápida, eficiente e escalável, com fácil implementação. Junte-se as empresas que estão seguras com os equipamentos da WatchGuard. A IT Universe está habilitada a desenhar e implementar seus projetos de segurança.
5 dicas para otimizar processos com soluções digitais

Tão disruptivas quanto foram as máquinas à vapor na 1ª Revolução Industrial são as novas tecnologias digitais, físicas e biológicas que redesenham o universo empresarial. Chamada de Indústria 4.0, a nova era da tecnologia diz respeito à conexão de todos os equipamentos, sistemas e ativos de uma empresa, no intuito de criar redes inteligentes na sua cadeia de produção, em um ecossistema tecnológico. Segundo cálculos da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0. A partir da autonomia, fabricação robotizada, correções em tempo real e manutenções autoprogramadas, a possibilidade de aumentar a produtividade com simultânea redução de custos se torna uma realidade nas empresas e na vida das pessoas. A razão para esse movimento em massa em direção à digitalização e à robotização é a possibilidade real de aumentar exponencialmente a produtividade com simultânea redução de custos — isso sem falar na economia de despesas pela diminuição de erros e ampliação de qualidade. Por tudo isso, a estimativa da ABDI é que a 4ª Revolução Industrial gere uma economia anual de impressionantes R$ 73 bilhões ao setor produtivo nacional. Nesse cenário, o primeiro desafio das organizações é, portanto, iniciar o quanto antes os investimentos de migração para o ambiente virtualizado, visando a atualização da infraestrutura de TI e sua integração com o negócio. No entanto, não adianta querer saltar de uma empresa que ainda assina formulários em papel diretamente para outra, com dinâmica abundante de computação cognitiva, automatizações e virtualização de operações. O caminho natural para a chegada à Indústria 4.0 pelos seguintes passos: Adoção da computação em nuvem Uma empresa que armazena seus dados localmente é estática, lenta e com nível restrito de segurança da informação. O armazenamento em nuvem faz com que sua empresa esteja em qualquer lugar: no aeroporto, em casa ou no engarrafamento, sempre na palma da sua mão — já que cloud computing privilegia principalmente a mobilidade (acesso remoto dos dados corporativos via smartphone). Além de mais velocidade, a nuvem privada reforça a segurança no acesso ao patrimônio informacional da empresa, permitindo o trabalho simultâneo por diversos colaboradores — inclusive em novos modelos laborais, como o home office ou o BYOD. Saiba mais sobre cloud computing aqui. Fim da tramitação de papel Caixas-arquivo e Inteligência artificial não coexistem no mesmo espaço. O processo de transformação digital requer modernização de tarefas burocráticas. Por exemplo, uma imobiliária que trabalha com contratos em papel despacha vias para assinatura, autenticações posteriores e arquivamento. Além do risco de extravio, existe também o desperdício de tempo de funcionários que poderiam atuar em funções estratégicas. É possível modernizar essa dinâmica (na direção da Indústria 4.0) levando o tráfego de todos os seus dados para a nuvem. Com isso, torna-se hábil assinar tudo eletronicamente, remetendo vias por e-mail e arquivando as informações dos seus clientes de forma rápida e inteligente. Uso de uma plataforma de assinatura eletrônica A integração do recurso de assinatura eletrônica ao negócio e a adoção de uma plataforma inteligente proporciona maior produtividade em tarefas. Adoção de soluções em Big Data Uma vez que os dados estão centralizados na nuvem, trabalhar com soluções baseadas em Data Mining é questão de tempo. Muitos softwares coletam, agregam e processam oceanos de dados de múltiplas fontes (ERP, CRM, pasta em nuvem, etc.) automatizando o preenchimento de formulários e transformando dados independentes em informações gerenciais imprescindíveis na tomada de decisões. Fonte: IT FORUM 365
As melhores tecnologias da CES 2019

A CES, Consumer Eletronics Show, é o maior evento de tecnologia do mundo. Muitas das tecnologias apresentadas por lá se tornam produtos comercialmente viáveis dentro de alguns anos, como já aconteceu com as TVs 4K e com os robôs aspiradores de pó. A feira deste ano trouxe novas iniciativas em telas, TVs, mobilidade e assistência para idosos. Confira a seguir as melhores tecnologias do evento: Samsung Gems-H Esse aparelho mira na indústria de saúde. Chamado Gems-H, ele é um exoesquelo que ajuda idosos e vítimas de AVC a andar novamente. Ele funciona por duas horas com uma única carga na bateria. Seu funcionamento não se limita a caminhadas simples, é possível até mesmo subir escadas com o produto–que ainda está em fase de testes. TV que enrola A nova TV LG Signature OLED R chamou a atenção na CES. Ela tem tela que enrola e desaparece dentro do seu rack quando não está em uso. Desse modo, ela tira da sua sala de estar, ou quarto, aquele tradicional espelho preto sem função alguma. É a primeira vez que a LG aplica a sua tecnologia de displays flexíveis em um produto comercial. Cerveja em casa A LG entrou em um segmento novo com o anúncio da sua primeira máquina de fazer cerveja em casa. Como uma cafeteira Nespresso, você usa cápsulas para fazer a bebida. Claro que vai levar mais tempo do que um cafezinho, são 15 dias de preparação. TV Micro LED A Samsung trouxe para a CES a sua nova TV com tecnologia Micro LED. Essa rival do Oled faz basicamente a mesma coisa, com a diferença de não usar materiais orgânicos, que podem se deteriorar com o tempo. Depois de aparecer em uma telona inviável para casas no ano passado, a sul-coreana trouxe uma versão de 75 polegadas. Royole FlexPai O FlexPai é o primeiro celular do mundo que tem uma tela flexível e está à venda nos Estados Unidos, por 1.300 dólares. Ele pode se transformar em tablet ou em um celular com duas telas, uma de cada lado. Apesar da empresa Royole não estar no rol de gigantes da tecnologia, como Samsung, LG e Apple, ela chamou a atenção de jornalistas do mundo todo na conferência realizada antes do início oficial da CES. Bell Nexus O Nexus fez sua primeira aparição pública na CES e atraiu olhares curiosos. Ele é um carro voador que usa a combinação de combustão e eletricidade para funcionar. A empresa, do Texas, tem parceria com a Uber e prevê uso comercial do seu veículo para meados de 2020. Roteador Netgear 5G A Netgear já entrou na onda do 5G e apresentou um roteador que oferece a velocidade da nova rede móvel para diversos dispositivos. Funciona assim: você tem uma única conta mobile de 5G e ele oferece acesso estável, via Wi-Fi, para outros aparelhos, como notebooks, tablets e Smart TVs. Ele é chamado de Nighthawk e usa o recente modem 5G da Qualcomm, o Snapdragon X50. A Netgear se aliou à operadora AT&T para levar a novidade aos Estados Unidos. Segway Robotics Enquanto os carros autônomos não chegam às ruas, a Segway aposta em robôs que fazem entregas por conta própria. A ideia inicial é que o Loomo Delivery atue em escritórios e shoppings. Fonte: Exame.com
Complexidade da nuvem: Você está pronto para esse desafio?

Pode até soar estranho, mas algumas pessoas ainda tem a impressão de que, migrar um ambiente convencional para a nuvem é simplesmente uma questão de escolher o provedor preferido, o modelo de cloud a ser adotado e fazer um Ctrl+C Ctrl+V das informações e plim! Em um passe de mágica, tudo vai estar na troposfera digital funcionando perfeitamente! Na verdade, o processo não é bem assim. A nuvem permite a qualquer empresa adotar uma gama de recursos que parece não ter fim: É possível escolher desde software como serviço, usar uma estrutura bare metal, ter diversas opções para integração de aplicações, empregar interfaces de programação de aplicações (APIs), escolher múltiplos tipos de containers, até adotar um modelo serverless. Na prática, é possível ter uma infraestrutura de cloud combinando todas essas (e muitas outras) opções simultaneamente, e isso nos leva a um dos grandes desafios que toda organização provavelmente vai enfrentar nos próximos anos: Lidar com a complexidade do ambiente de nuvem. Um outro fator muito importante, e que precisa ser compreendido claramente, é que vivemos em um em um mundo multi-cloud. Muito tempo atrás, quando a nuvem ainda estava se estabelecendo, uma grande parte da discussão era tentar entender o conceito de nuvem pública (como AWS, Microsoft, Google, OpenCloud) e nuvem privada (exclusiva para um único cliente, normalmente on-premise). Bem, não levou muito tempo para que as organizações compreendessem que a abordagem mais efetiva era usar o melhor dos dois mundos, criando um ambiente combinando a nuvem pública, com vantagens como otimização de uso de recursos/custos, elasticidade, e capacidade de crescimento virtualmente infinita, e a nuvem privada, que permite um controle maior de toda a infraestrutura, facilitando questões associadas a governança, regulamentações ou a proteção de arquivos confidenciais/sensíveis. Essa abordagem ficou conhecida como nuvem hibrida, e é bastante razoável imaginarmos que, em um futuro bem próximo, será o modelo adotado por essencialmente todas as organizações. Novamente, um dos maiores desafios será lidar com a complexidade desse ambiente que agrega múltiplas tecnologias, passando por diferentes provedores de cloud e infraestrutura local. Mas o que isso quer dizer? Seria melhor não adotar a nuvem e evitar que a sua complexidade impacte na efetividade da TI? Será que a saída é contratar mais e mais pessoas, efetivamente aumentando custos, para poder fazer uso adequado da nuvem? Calma! A resposta é bem mais simples do que você imagina, é tudo uma questão de estar consciente desse desafio e se preparar adequadamente para gerenciar a complexidade da nuvem de uma forma saudável. Nesse ambiente onde cada dia nos traz uma nova tendência, podemos dizer que se 2018 foi o ano do multi-cloud/nuvem hibrida, 2019 será o ano em que vamos ouvir falar cada vez mais de uma nova disciplina que vem ganhando cada vez mais destaque: CCM, Gestão de Complexidade na Nuvem (Cloud Complexity Management). É claro: Tudo isso vai ter que ser tratado por profissionais de cloud devidamente qualificados, indo dos níveis operacionais, passando pelos táticos e chegando finalmente aos estratégicos, a demanda por especialistas vai crescer de uma maneira formidável. Lidar com a complexidade de um ambiente hibrido-multi-cloud requer uma boa estratégia, incluindo aspectos como cibersegurança, governança, privacidade, tratamento de dados e aplicações em um ambiente AnyOps, e é justamente ai que entra a CCM, organizando tudo isso em diferentes domínios, efetivamente simplificando toda a complexidade da nuvem a um nível em que é possível combinar todas as tecnologias existentes e as muitas que estão por vir. Em parceria com grandes empresas como Amazon Web Services, Microsoft, IBM Cloud, VMWare, Nutanix e Veeam, a IT Universe oferece a tecnologia necessária para uma solução em cloud computing nas modalidades IaaS (infraestrutura como serviço), PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço). Fale agora mesmo com um de nossos consultores de negócio. Fonte: PTI
10 tendências para infraestrutura e operações em 2019

O Gartner destacou as principais tecnologias e tendências que os líderes de Infraestrutura e Operações (I&O) devem começar a preparar para suportar a infraestrutura digital em 2019. De acordo com Ross Winser, diretor de pesquisa sênior do Gartner, a I&O está se tornando cada vez mais envolvida em áreas sem precedentes da empresa moderna. O foco dos líderes não é somente entregar engenharia e operações, mas fornecer produtos e serviços que suportam e permitem a estratégia de negócios de uma organização. O especialista incentivou os líderes da área a se prepararem para os impactos de dez tecnologias e tendências-chave para apoiar a infraestrutura digital em 2019. São elas: Computação sem servidor A computação sem servidor é um padrão emergente de arquitetura de software que promete eliminar a necessidade de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura. Os líderes precisam adotar uma abordagem centrada em aplicativos para computação sem servidor, gerenciamento de APIs e SLAs, em vez de infraestruturas físicas. “A frase ‘sem servidor’ é um pouco errônea. A verdade é que os servidores ainda existem, mas o provedor de serviços é responsável por todos os recursos subjacentes envolvidos no provisionamento e dimensionamento de um ambiente de tempo de execução, resultando em agilidade atraente”, observou Winser. O serviço não substitui containers ou máquinas virtuais, por isso é fundamental saber como usar melhor a tecnologia. “O desenvolvimento de recursos de suporte e gerenciamento nas equipes de I&O deve ser um foco, pois mais de 20% das empresas globais terão implantado tecnologias de computação sem servidor até 2020, o que representa um aumento de menos de 5% hoje”, acrescentou. Impactos da AI A Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) está subindo nas hierarquias em termos do valor que servirá aos líderes de I&O que precisam gerenciar infraestruturas em expansão sem poder aumentar sua equipe. Ela tem o potencial de ser organizacionalmente transformadora e está no centro dos negócios digitais, cujos impactos já são sentidos nas organizações. De acordo com o Gartner, o valor global de negócios derivados da IA chegará a quase US$ 3,9 trilhões até 2022. Agilidade de Rede A rede sustenta tudo o que a TI faz – serviços em nuvem, Internet das coisas (IoT), serviços de ponta – e continuará a avançar. “As equipes estão sob pressão para garantir que a disponibilidade da rede seja alta e, como tal, a cultura da equipe muitas vezes limita as mudanças, mas, em toda a rede, a demanda por agilidade aumentou”, disse Winser. O foco para 2019 e além deve ser como os líderes podem ajudar suas equipes a aumentar o ritmo das operações de rede para atender à demanda. “Parte da resposta é a criação de agilidade de rede que depende de automação e análise, e de abordar a mudança real de habilidades necessárias para ter sucesso”, disse Winser. As demandas na rede devem crescer com o advento do 5G, aumentando a maturidade das nuvens e a explosão no número de dispositivos IoT. “Estas são apenas algumas das pressões que os líderes devem antecipar – então o período crítico para lidar com este desafio é agora”, completa o especialista. Morte do Data Center A previsão diz que, em 2025, 80% das empresas migrarão totalmente dos data centers locais para cargas de trabalho em colocation, hospedagem e nuvem, levando-os a encerrar seu data center tradicional. “Os líderes devem se preparar para colocar cargas de trabalho com base nas necessidades de negócios, não limitadas pela localização física. Desde a colocação até a nuvem pública – existem muitas alternativas para os data centers locais. Eles devem identificar se existem razões verdadeiramente estratégicas para persistir com as necessidades locais, especialmente quando consideram que a quantidade significativa de investimento envolvida é frequentemente amortizada ao longo de muitos anos”, disse Winser. As preparações devem começar agora, pois o prazo crítico para isso é 2021 a 2025. Computação Edge IoT e tecnologias imersivas levarão mais processamento de informações ao limite, redefinindo e reformulando o que os líderes precisarão implantar e gerenciar. A vantagem é o local físico onde as coisas e as pessoas se conectam com o mundo digital em rede e a infraestrutura vai cada vez mais chegar ao limite. A computação de borda faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. “Esta é outra tendência que não substitui a nuvem, mas a aumenta”, disse Winser. “O prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023”. Gestão de Diversidade Digital A gestão da diversidade digital não é sobre pessoas, mas sim sobre a descoberta e manutenção de ativos que estão “lá fora” em qualquer empresa digital moderna. “Tem havido um enorme crescimento no alcance e na quantidade de ‘coisas’ que a I&O deve conhecer, apoiar e administrar. A gestão de ativos tradicional ainda é importante, mas estamos nos movendo para o envolvimento com novos ativos que podem ter efeitos diretos nas finanças, na saúde e no bem-estar dos clientes da organização”, explica o especialista. Ativação de Infraestrutura Global Apesar de poucas infraestruturas serem realmente “globais” por natureza, as organizações ainda precisam se preparar para a noção de “infraestrutura em todos os lugares”. Ao fazer isso, os líderes de devem trabalhar dentro das restrições de orçamentos apertados e pressões de custo. Uma maneira de enfrentar esse desafio é escolher sabiamente a rede de parceiros necessária para o sucesso global. “Os líderes devem olhar com afinco para seus parceiros existentes e elevar o nível de expectativa. Eles podem identificar claramente o valor que o parceiro trará para eles no contexto da infraestrutura global? Eles estão liberando todo o valor dos investimentos recentes que seus parceiros vêm fazendo?”, provoca Winser. “Não haverá tempo para parceiros da ‘equipe B’ em 2019 – os líderes de I & O devem estar no topo dessa tendência entre 2020 e 2023.” Fonte: itforum365
IBM anuncia Q System One, primeiro computador quântico para uso comercial

O IBM Q System One é o primeiro computador quântico para uso comercial e científico no mundo, apresentado pela IBM durante a CES 2019. Com 20 qubits, o dispositivo não tem o mesmo poder de processamento dos modelos mais rápidos, mas compensa as especificações mais modestas com foco no custo-benefício e na estabilidade. Embora o uso comercial seja destacado pela IBM, é preciso relativizar a ideia, já que o Q System One não será vendido como um produto, mas como um serviço. Quem quiser aproveitar as capacidades da computação quântica terá que alugar a plataforma, que funciona por meio da nuvem. Essa é a forma que a IBM costuma oferecer acesso a seus outros sistemas quânticos em operação. No entanto, o que dá ao Q System One o título “primeiro computador quântico completamente integrado para uso comercial” é o fato de que seu design se assemelha mais aos modelos tradicionais. Construído para ser estável, o produto busca simplificar as demandas da computação quântica, fugindo da alta complexidade desse tipo de tecnologia, propensa a falhas e erros se sofrerem pequenas perturbações de temperatura e vibração. Essas características fazem com que o Q System One tenha uma aparência de mainframe convencional, aqueles computadores de grande porte. Assim, é mais fácil mantê-lo em operação do que os outros computadores quânticos da IBM, mais experimentais e propensos a períodos de manutenção prolongados. Além de apresentar o novo computador, a IBM revelou que já tem clientes para experimentar a máquina: o CERN, instituto europeu responsável pelo Grande Colisor de Hádrons, e a petroleira ExxonMobil. Fonte: TechTudo